Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1053
Título: Gravidez e tabagismo : abordagem pelos profissionais de saude e implicações da exposição do feto ao monóxido de carbono
Autor: Silva, Joana Maria Pinto Castanheira e
Palavras-chave: Tabagismo - Gravidez
Tabagismo - Feto - Monóxido de carbono
Tabagismo - Grávida - Aconselhamento médico
Antropometria fetal - Tabagismo
Tabagismo - Recém-nascido - Aspectos antropométricos
Data de Defesa: Jun-2011
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Introdução: O tabagismo é conhecido como a maior causa evitável de morbilidade e mortalidade nos países desenvolvidos. O actual aumento da sua prevalência no sexo feminino é preocupante pelas implicações que tem na progressão de uma gravidez saudável. O monóxido de carbono destaca-se como um dos componentes tóxicos do tabaco que mais interfere na gravidez. É reconhecido como um marcador biológico de tabagismo eficaz e facilmente determinável. Sabe-se que a exposição do feto ao fumo de tabaco ambiental acarreta várias consequências negativas ao seu desenvolvimento. A intervenção dos profissionais de saúde no aconselhamento comportamental durante a gravidez é importante, já que é nesta fase que as mulheres estão mais propensas à mudança. Contudo, esta abordagem é ainda insuficiente, muito breve e, muitas vezes, ineficaz. Objectivo: Avaliar a abordagem do comportamento tabágico pelos profissionais de saúde, durante a gravidez, a exposição do feto ao monóxido de carbono e os seus efeitos nos parâmetros antropométricos do recém-nascido. Metodologia: Estudo descritivo, observacional, transversal, de carácter exploratório. As 94 grávidas participantes preencheram um questionário que englobava: a sua caracterização sociodemográfica, o seu comportamento tabágico durante a gravidez, o comportamento tabágico do seu companheiro, a exposição ao fumo ambiental de tabaco, a abordagem e aconselhamento por profissionais de saúde, em relação ao comportamento tabágico e os dados obstétricos. Fez-se a determinação do monóxido de carbono no ar expirado (com recurso ao Baby-CO) e recolheram-se os parâmetros dos recém-nascidos nos processos clínicos hospitalares. Resultados: 80% das participantes fumadoras mudaram o seu comportamento tabágico durante a gravidez. De acordo com o teste do Baby-CO, 7,4% das participantes obtiveram valores de monóxido de carbono no ar expirado entre 7 e 10 ppm. Houve abordagem do comportamento tabágico, pelos profissionais de saúde, em 67% dos casos e o aconselhamento à redução do consumo tabágico mostrou-se eficaz (p<0,05). Os recém-nascidos das participantes fumadoras nasceram, em média, 231,30 g mais leves e com menos 0,76 cm de perímetro cefálico. Conclusão: A maioria das mulheres foi abordada, pelos profissionais de saúde, em relação ao seu comportamento tabágico durante a gravidez e algumas mostraram-se receptivas ao aconselhamento para a redução tabágica. O comportamento tabágico e os níveis de monóxido de carbono influenciaram negativamente vários parâmetros do recém-nascido.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1053
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