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Título: Polimorfismo do exão 3 do receptor da hormona de crescimento : prevalência, relação genótipo-fenótipo e influência na terapia com hormona de crescimento humana recombinante : experiência profissionalizante na vertente de farmácia comunitária, hospitalar e investigação
Autor: Palinhas, Susana Raquel Boucho
Palavras-chave: Farmácia hospitalar - Gestão - Estágio pedagógico
Farmácia comunitária - Gestão - Estágio pedagógico
Hormona do crescimento
Polimorfismo do exão 3
Polimorfismo do gene do GHR
Relação genótipo-fenótipo - Terapia - Hormona de crescimento
Data de Defesa: Jun-2012
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Este documento encontra-se dividido em três capítulos que correspondem aos estágios curriculares inseridos no plano pedagógico do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas. O primeiro capítulo diz respeito ao estágio em Farmácia Hospitalar, o qual proporcionou a consolidação de conhecimentos e uma visão integrada da importância e papel do serviço farmacêutico na área. Os temas abordados incidiram sobre: organização e gestão, distribuição, farmacotecnia, informação e documentação, assim como outras actividades farmacêuticas. O segundo capítulo refere-se ao estágio em Farmácia Comunitária. Este permitiu não só a consolidação de conhecimentos como também o contacto com a realidade da actividade. Os temas abordados recaíram sobre: organização da farmácia, informação e documentação, logística, dispensa de medicamentos, preparação de manipulados, contabilidade e gestão, aconselhamento farmacêutico e outros cuidados de saúde. O terceiro capítulo corresponde ao estágio em investigação. Este foi realizado no âmbito da genética humana com o objectivo de estudar o polimorfismo do exão 3 do receptor da hormona de crescimento numa população portuguesa. A prevalência dos três tipos de genótipos observada na população de 238 indivíduos voluntários da Região Centro foi de: 43,7%, 46,2% e 10,1% para os genótipos fl/fl, fl/d3 e d3/d3, respectivamente. Para a subpopulação de 139 voluntários com menos de 30 anos concluiu-se que, para um intervalo de confiança a 95%, não existem diferenças estatisticamente significativas entre as médias de estaturas dos diferentes grupos de genótipos. Também se concluiu que, para uma população de 20 doentes com deficiência de hormona de crescimento ou Síndrome de Turner, não existem diferenças estatisticamente significativas entre os grupos de genótipos analisados relativamente ao aumento do desvio padrão estatural após um ano de terapia com hormona de crescimento recombinante. Com vista à melhoria da saúde pública, o farmacêutico corre diariamente numa busca incessante pela qualidade, o que exige a constante actualização dos seus conhecimentos multidisciplinares.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1138
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