Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1141
Título: Retinopatia diabética : relatório de estágio
Autor: Silva, Carla Sofia Caria da
Palavras-chave: Diabetes Mellitus - Retinopatia
Retinopatia diabética
Retinopatia diabética - Factores de risco
Retinopatia diabética - Prevenção
Retinopatia diabética - Diagnóstico
Vitrectomia
Microaneurisma
Isquémia retiniana
Data de Defesa: Jun-2012
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: A Diabetes Mellitus, constitui hoje um grave problema social em todo o mundo ocidental por ser a principal causa de cegueira em população economicamente ativa. Esta patologia tem repercussões por todo o organismo, sendo a retinopatia diabética a complicação oftalmológica de maior relevo, e sobre a qual incide este trabalho. As alterações morfológicas das paredes vasculares a par com o aumento da permeabilidade da barreira hemato-retiniana constituem as alterações primordiais da Retinopatia Diabética; apenas detetáveis nas fases incipientes da doença através de preparações histológicas ou aquando da realização de angiografia fluoresceínica. A Retinopatia Diabética cursa então entre diversos estádios clínicos, que são definidos pelos diferentes achados oftalmológicos presentes. Os microaneurismas são o primeiro achado detetado por oftalmoscopia; e subsequente a estes surgem as primeiras zonas de oclusão capilar, hemorragias retinianas e exsudatos duros. A progressão da doença leva a um estádio mais avançado, no qual surgem os primeiros indícios de isquémia que culminam no aparecimento de novos vasos. A neovascularização e o edema macular, por serem os principais responsáveis pelo decréscimo de acuidade visual em pacientes diabéticos constituem um quadro clínico com pior prognóstico. A progressão mais ou menos rápida da doença está associada a condições que o sujeito não consegue controlar, como a idade ou o tipo de diabetes; mas também depende de vários fatores da sua inteira responsabilidade, como a alimentação, a administração regular da medicação e um bom controlo metabólico. A melhor forma de tratamento passa assim, em primeira instância, pela prevenção através de uma vigilância cuidadosa de todos estes fatores modificáveis. Em formas mais avançadas da retinopatia diabética recorre-se à terapêutica cirúrgica por fotocoagulação e/ ou por vitrectomia. Como estas técnicas raramente permitem uma recuperação total da visão, e porque muitas vezes causam danos irreversíveis a melhor opção é sempre um diagnóstico atempado e um acompanhamento meticuloso, por profissionais da visão, nas fases incipientes da doença, para retardar o mais possível as complicações que lhe sucedem.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1141
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