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Título: Modelos fisiológicos da emergência hipertensiva e regurgitação mitral e sua resposta à terapia com nitroprussiato de sódio
Autor: Carvalho, Rúben Daniel Gonçalves Pinto de
Palavras-chave: Regurgitação mitral
Regurgitação mitral - Terapia - Nitroprussiato de sódio
Regurgitação mitral - Tratamento
Emergência hipertensiva - Etiologia
Data de Defesa: Jun-2012
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: A construção de sistemas automáticos de administração IV de fármacos não é recente. Estes sistemas utilizam modelos matemáticos para a realização da sua função, baseados fortemente em protocolos médicos. No entanto, a aplicação de um sistema automático de controlo de administração/infusão coloca várias dificuldades. Um dos maiores problemas relacionados com os sistemas de administração automática de fármacos é a falta de conhecimento global do estado do doente e do funcionamento de todos os seus processos e sistemas biológicos. Os sistemas de administração automáticos de fármacos exigem complexas construções algorítmicas, e o seu funcionamento baseia-se em modelos matemáticos. No que diz respeito a medicamentos que atuam na circulação, estes sistemas são baseados fortemente no modelo circulatório desenvolvido por Guyton e Coleman, que tentavam explicar o controlo da PA a longo prazo. Os sistemas utilizados atualmente ainda são relativamente empíricos e podem ser melhorados. O presente trabalho tem como objetivo a compreensão dos processos que permitem melhorar os sistemas existentes. Escolheu-se assim o Nitroprussiato de Sódio (NPS) por ser um vasodilatador misto I.V, que atua sobre o músculo liso vascular e de ação bastante rápida, e cujo efeito desaparece após a retirada da sua infusão, entre outras, poderá ser utilizado em casos de emergência hipertensiva e Insuficiência Cardíaca. A emergência hipertensiva (EH) é uma das formas mais graves de apresentação de HTA e pode ser definida por elevações severas na PA complicadas por evidências de lesão do órgão-alvo iminente ou progressiva, o objetivo da terapia farmacológica em doentes com EH é o de reduzir a PA de uma forma controlada, previsível e segura, sendo que o NPS é eficaz na maioria dos casos. A regurgitação mitral é a segunda cardiopatia valvular mais frequente e pode ser definida como uma inversão anormal do fluxo de sangue do ventrículo esquerdo para a aurícula esquerda e apresenta várias etiologias e a sua apresentação pode ser aguda e crónica compensada ou descompensada. O NPS poderá ter eficácia nos casos mais agudos ou severamente descompensados da RM especialmente no doente hipertenso. Através da revisão bibliográfica, foi possível encontrar aspetos a melhorar, bem como, novas situações que devem ser tidas em conta quando se utiliza a terapia com NPS, quer seja no doente hipertenso, quer na regurgitação mitral, que são fundamentais para uma correta monitorização do doente, permitindo um aumento da precisão no desenvolvimento de dispositivos automáticos de administração de fármacos.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1196
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