Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1220
Título: Défice visual e medo das quedas na velhice : um estudo na cidade da Covilhã
Autor: Pinto, Filipa Alexandra Ramos
Palavras-chave: Envelhecimento - Défice visual
Optometria geriátrica
Oftalmologia geriátrica
Envelhecimento - Visão - Quedas
Envelhecimento - Patologias da visão
Data de Defesa: Out-2012
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Com o passar dos anos ocorrem diversas alterações no organismo que podem provocar uma redução de visão, podendo ser fisiológicas ou patológicas, sendo que este decréscimo de visão leva muitas vezes à ocorrência de quedas ou provoca algum medo nos idosos em realizar determinadas tarefas. Este estudo tem como objetivos: (1) avaliar a perceção que os idosos têm da sua visão; (2) Analisar a associação na perceção da visão entre grupos que usam e não usam óculos e/ou lentes de contacto; (3) analisar a relação entre perceção que os idosos têm da sua visão e medo de quedas. Participaram neste estudo 226 idosos, com idades compreendidas entre os 65 e os 96 anos, residentes na cidade da Covilhã. Os resultados obtidos indicam que a maioria dos idosos 122 (55.7%) considera que a sua visão é boa ou muito boa. Em relação ao uso ou não de óculos e/ou lentes de contacto, constatouse que a faixa etária dos 65 aos 75 anos é onde se verifica a maior percentagem de uso (92%) e que 90% das mulheres e 84% dos homens usam óculos e/ou lentes de contacto. No que respeita a perceção que os idosos têm da sua visão segundo a utilização ou não de óculos e/ou lentes de contacto não se verificou nenhuma associação, sendo que nos idosos que usam óculos e/ou lentes de contacto 111 (57.5%) consideram a sua visão boa ou muito boa, 56 (29%) consideram-na aceitável e 26 (13.5%) revelam ser fraca ou muito fraca. Nos idosos que não usam, 11 (42.3%) revelam ser boa ou muito boa, 11 (42.3%) consideram ser aceitável e 4 (15.4%) dizem ser fraca ou muito fraca. Em relação á escala de eficácia de quedas as pessoas idosas mostraram altos níveis de confiança no desempenho de todas as tarefas, sendo que “tomar banho ou duche”, foi a que apresentou um valor mais baixo. Quanto ao medo das quedas segundo o uso ou não de óculos ou lentes de contacto não se registaram diferenças estatisticamente significativas, assim como no medo das quedas segundo a perceção que os idosos têm da sua visão.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1220
Aparece nas colecções:FCS - DCM | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
Dissertacao Filipa Pinto.pdf437,77 kBAdobe PDFVer/Abrir


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Degois 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.