Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1222
Título: Formas de aplicação para o tratamento da dor articular que os doentes preferem
Autor: Gomes, Sara Daniela Silva
Palavras-chave: Dor articular - Tratamento
Dor articular - Adesão terapêutica
Dor articular - Doente - Adesão terapêutica
Ortopedia - Tratamento da dor
Data de Defesa: Mai-2012
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: A não adesão a um tratamento é uma das principais causas do seu insucesso. Estudos recentes dão conta de que a vontade e as crenças dos doentes não têm sido incluídas nas guidelines atuais. Este facto pode contribuir para uma menor adesão e, consequentemente, a maiores gastos em saúde. No presente estudo, procurámos perceber qual a forma de aplicação para o tratamento da dor articular que os doentes preferem. Tentámos, perante os resultados obtidos, prever de que forma um determinado doente preferirá administrar um fármaco para a sua dor articular. Deste modo será possível aumentar os índices de adesão e eficácia do tratamento. Para a realização do presente estudo descritivo, foi aplicado um questionário a 102 doentes da Consulta Externa de Ortopedia do HSM onde se inquiriu acerca dos seguintes dados: sexo, idade, habilitações literárias, composição do agregado familiar, local da dor, forma de aplicação preferida e motivo da sua preferência. Os inquiridos preferiram os comprimidos em 43,1% dos casos (IC 95%: 33,5-52,7%), PCG em 25,5% dos casos (IC 95%: 17,0-34,0%), injeção em 19,6% dos casos (IC 95%: 11,9-27,6%), EM em 5,9% dos casos (IC 95%: 1,3-10,5%), sprays e supositórios cada um em 2,9% dos casos (IC 95%: 0,0-6,2%). Apesar de se notarem algumas tendências, não se encontraram relações estatisticamente significativas entre a preferência por uma determinada forma de aplicação de um fármaco para a dor articular e as variáveis em estudo. Concluiu-se, então, com significância estatística, que os doentes da amostra em estudo têm preferência pelos comprimidos, PCG e injeções em relação a EM, sprays e supositórios. Em relação aos comprimidos, pode também afirmar-se que são preferidos em relação às injeções. Devem ser realizados estudos com amostras mais abrangentes e que avaliem a resposta a um tratamento para a dor que tenha em conta a preferência do doente.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1222
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