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Título: Oximetria tecidular em doentes com insuficiência cardíaca NYHA classe III/IV
Autor: Marques, Catarina Sofia Ribeiro
Palavras-chave: Oximetria tecidular
Oximetria tecidular - Insuficiência cardíaca
Hipoperfusão microvascular
ADHF (Acute decompensation of Heart failure)
Data de Defesa: Mai-2012
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Introdução: Este trabalho de investigação pretende testar se a oximetria tecidular detecta a insuficiência cardíaca avançada estável relativamente à população sem doença, se valores mais baixos de oximetria tecidular estarão associados à descompensação da insuficiência cardíaca avançada e se é possível estimar um cut-off de oximetria tecidular abaixo do qual haja previsão de doença. Pretende avaliar se existe alguma correlação entre a oxigenação tecidual e os tipos de Insuficiência Cardíaca. Métodos: De 14 de Novembro de 2011 a 24 de Dezembro de 2011 mediu-se a saturação em oxigénio da hemoglobina tecidular (StO2) na eminência hipotenar a indivíduos internados por descompensação aguda da Insuficiência Cardíaca NYHA III/IV, no dia em que tinham alta hospitalar. Decorridos 2 meses, pesquisou-se na base de dados ALERT® ER a presença de doença e se o óbito ou a hospitalização ocorreram. Comparou-se a média da StO2 com o valor de referência da população e compararam-se as médias de StO2 entre indivíduos doentes e não doentes, entre hospitalizados e não hospitalizados e entre os tipos de Insuficiência Cardíaca. Testou-se a associação entre a presença de doença e a oximetria tecidular. Elaborou-se a curva ROC®. Resultados: Dos 39 indivíduos, 12 adoeceram devido a descompensação da Insuficiência Cardíaca, sendo que 9 foram hospitalizados e desses, 2 faleceram. Pacientes com Insuficiência cardíaca estável têm valores de StO2 (77,54±0,864) inferiores à população sem doença (p-value 0,0). Não existiu diferença entre as médias de StO2 entre indivíduos doentes e não doentes, entre hospitalizados e não hospitalizados e entre os tipos de Insuficiência cardíaca. Não existiu associação entre valores baixos de StO2 e a presença de doença. A realização do teste de oximetria tecidular não é melhor que o acaso na previsão da doença curva ROC (p-value 0,681). Conclusão: A população com Insuficiência Cardíaca estável tem valores de oximetria tecidular mais baixos que a população sem doença. Não se obteve associação entre a oximetria tecidular e a presença de doença. A oximetria tecidular não identificou um subgrupo de doentes com IC em maior risco de descompensação.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1223
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