Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1364
Título: Doença inflamatória intestinal : manutenção clínica e novos tratamentos
Autor: Aparício, Ana Santos
Palavras-chave: Doença inflamatória intestinal
Doença inflamatória intestinal - Terapêutica imunossupressora
Doença inflamatória intestinal - Terapêutica biológica
Doença de Crohn
Colite ulcerosa
Data de Defesa: Jun-2013
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Em qualquer das suas vertentes principais, colite ulcerosa ou doença de Crohn, a doença inflamatória intestinal é uma patologia com grande impacto na sociedade: comummente associada à ocorrência de quadros alternados de exacerbação aguda e de remissão parcial ou total dos sintomas, é globalmente considerada como uma doença incapacitante e responsável pela diminuição acentuada da qualidade de vida do paciente. Ainda sem cura conhecida, o tratamento da doença inflamatória intestinal assenta actualmente no controlo sintomático através de terapêutica convencional com ácido 5-aminosalicílico e corticóides, uma abordagem que é eficaz na grande maioria dos casos. Contudo, uma minoria de situações não irá obter resposta com estas medidas farmacológicas; quadros patológicos mais severos irão necessitar de um tratamento mais intensivo com imunossupressores e agentes biológicos, fármacos que poderão estar associados à vantagem adicional de indução da cicatrização das lesões da mucosa intestinal. Esta possibilidade, a concretizar-se, poderá estar associada à alteração da história natural da doença, de acordo com investigações recentes, resultando numa melhor qualidade de vida e na minimização das complicações a curto, médio e longo prazo para o paciente. No entanto, as questões práticas relativas à segurança destas novas opções terapêuticas não podem ser desconsideradas. Será objectivo deste trabalho a revisão teórica da evidência científica até à data relativamente ao papel dos imunossupressores e dos agentes biológicos na manutenção terapêutica da doença inflamatória intestinal e até que ponto a sua utilização será, a longo prazo, mais benéfica para a situação clínica dos pacientes quando em comparação com os tratamentos convencionais.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1364
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