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Título: Apneia obstrutiva do sono e enfarte agudo do miocárdio : um estudo de relação entre patologias
Autor: Tavares, Maria João Marelo
Palavras-chave: Apneia obstrutiva do sono
Apneia obstrutiva do sono - Enfarte agudo do miocárdio
Polissonografia
Sono - Estudo poligráfico
Data de Defesa: Mai-2013
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: A Apneia Obstrutiva do Sono é definida pela coexistência de sonolência diurna excessiva e, por pelo menos, cinco episódios de obstrução respiratória por hora de sono. É um distúrbio causador de significativa morbidade e mortalidade em todo o mundo, influenciado quer por fatores inerentes ao próprio individuo quer ambientais. O objetivo desta investigação é estudar a prevalência do Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) em doentes diagnosticados com Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM) e, analisar a sua gravidade, assim como, investigar fatores associados como a idade, género, obesidade, perímetro cervical, hábitos tabágicos e sonolência diurna. Para o efeito selecionou-se uma amostra de 150 doentes, diagnosticados com EAM no período de tempo compreendido entre 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2011. Procedeu-se à análise retrospetiva dos processos dos doentes, de forma a identificar aqueles que já tinham realizado o estudo do sono. Aqueles que ainda não tinham realizado o estudo e que aceitaram participar na investigação, foram submetidos a polissonografia ou poligrafia. Obteve-se assim uma amostra final de 23 pacientes. O critério de inclusão utilizado no estudo foi doentes com EAM diagnosticado e seguidos no Hospital Sousa Martins. Foram excluídos doentes com diagnóstico de apneia central, acidente vascular cerebral, doenças neuromusculares, síndrome de Down, malformações craniofaciais, toxicodependentes e pacientes que não tenham possibilidade de realizar o estudo do sono. Os resultados evidenciam uma prevalência de 82,61% de SAOS em doentes diagnosticados com EAM; em 56,52% desses indivíduos o SAOS foi classificado como grave. Em 57% da amostra obteve-se um índice de massa corporal (IMC)> 30, tornando-o um fator de risco independente no desenvolvimento deste tipo de patologia. As outras variáveis consideradas não obtiveram significância estatística, pelo que não foram consideradas fatores determinantes no desenvolvimento de SAOS.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1422
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