Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1483
Título: Vulvodinia numa população jovem universitária
Autor: Monteiro, Helena Adelaide Dias
Palavras-chave: Vulvodinia
Vulvodinia - Mulheres jovens - Prevalência
Vulvodinia - Mulheres jovens - Factores epidemiológicos
Dor vulvar
Data de Defesa: Mai-2013
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Introdução: Vulvodinia foi um termo cunhado pela ISSVD para definir uma dor crónica localizada à vulva, com duração superior a 3 meses, e que pode ser provocada, espontânea ou ambas. Existia a convicção de ser uma entidade rara, no entanto, estudos recentes vieram sugerir uma prevalência que varia de 3 a 18,5% de todas as mulheres, de forma independente da idade. A maioria das mulheres que sofrem desta afeção continuam a ser subdiagnosticadas e por isso tratadas inadequadamente. Objetivo: Determinar a prevalência e fatores epidemiológicos associados à vulvodinia em mulheres jovens. Metodologia: Investigação transversal de cariz quantitativo descritivo, com componente analítica dos dados. Para a recolha dos dados, um questionário anónimo foi entregue às estudantes que frequentavam o ensino na UBI com idades compreendidas entre os 17 e os 28 anos, selecionadas através de um método não probabilístico. O questionário foi constituído por três secções: 1) dados sociodemográficos, 2) antecedentes ginecológicos, obstétricos e sexuais e 3) dor vulvar. Os dados foram analisados no Microsoft Excel® 2007 e SPSS® - versão 20 para o Windows® e consideraram-se significativos para um p<0,05. Recorreu-se ao teste de independência do Qui-quadrado para analisar as relações entre as variáveis. Resultados: Do total de questionários considerados válidos (n=752), 312 mulheres (41,5%) relataram queixa de dor na vulva ou na vagina em algum momento da sua vida, 68 mulheres (9%) referiram dor no momento da aplicação do questionário mas apenas 41 inquiridas (5,5%) preenchiam critérios de vulvodinia. A presença de vulvodinia mostrou ter um impacto significativo na qualidade de vida e na atividade sexual das inquiridas (p<0,05). No entanto, das jovens que afirmaram sentir dor à data da realização do inquérito (n=68), apenas 23 (34%) referiram já ter procurado ajuda médica, e 5 (7,4%) consultaram dois ou mais médicos. Conclusões: Na nossa série de mulheres jovens, estimámos a prevalência de vulvodinia em 5,5%.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1483
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