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Título: Oclusão isolada da artéria ciliorretiniana
Autor: Amaral, Cláudia Sofia Pimentel
Palavras-chave: Oclusão da artéria central da retina
Oclusão da artéria central da retina - Tratamento
Oclusão da artéria ciliorretiniana
Oclusão da artéria ciliorretiniana - Tratamento
Tomografia de coerência óptica
Angiografia fluoresceínica
Isquémia
Data de Defesa: Jun-2013
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Uma Oclusão é um bloqueio que ocorre em vasos sanguíneos devido a: resíduos na corrente sanguínea, a inflamação ou pressão sanguínea elevada. Na presença de êmbolos em circulação, o pequeno calibre dos vasos propícia o seu alojamento, provocando Oclusão da Artéria Central da Retina (CRAO). A artéria cicliorretiniana, quando presente, contribui adicionalmente para o fornecimento de sangue para a região macular, podendo assim resultar na preservação da mácula e por conseguinte da visão central. Deste modo, mesmo havendo CRAO é possível que a visão seja pouco afetada na presença de uma artéria ciliorretiniana. A oclusão das artérias ciliorretinianas pode ocorrer de diversas formas: isoladamente, situação rara e objecto do caso clinico descrito neste trabalho; em combinação com a oclusão da veia central da retina; ou no contexto da Neuropatia Ótica Isquémica Anterior (NOIA). É importante salientar que qualquer tipo de oclusão arterial deve ser considerado como uma situação de verdadeira emergência oftalmológica dado que 105 minutos de isquemia da retina são o suficiente para provocar um lesão irreversível levando à perda permanente da visão. Existem, no entanto, métodos para diminuir as hipóteses de ocorrência de uma oclusão, visto que a probabilidade da sua ocorrência é diretamente proporcional à existência de doenças crónicas, tais como: Hipertensão arterial, Diabetes mellitus e doenças vasculares. As mesmas predispõem à formação de êmbolos, logo constituem um fator de risco para a ocorrência das oclusões. O caso clinico descreve uma doente de 23 anos que apresentou o aparecimento súbito de um escotoma no OD, descrito como uma “mancha”, com 2 dias de evolução. Apresentava 2/20 de AV no mesmo olho. O OCT mostrou um aspeto esbranquiçado na zona correspondente à oclusão da artéria ciliorretiniana, causado por isquemia. A Angiografia Fluoresceínica (AF) no OD mostrou um atraso no enchimento desta artéria. O exame de fundo do OE permaneceu normal.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1496
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