Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1556
Título: Relatório: Orfeu no submundo
Autor: Silva, Michell
Orientador: Nogueira, Luis Carlos da Costa
Palavras-chave: Projecto cinematográfico - Relatório
Filme - Curta-metragem
Filme - Curta-metragem - Produção
Filme - Curta-metragem - Actores
Filme - Curta-metragem - Aspectos técnicos
Data de Defesa: Out-2012
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Ainda não estava inscrita no segundo ano de Mestrado, e já era assombrada com um dilema fundamental: projeto ou estágio? A verdade é que ambos tinham os seus prós e contras, o que tornava a minha decisão difícil. Contudo, após cerca de um ano, chegaria a uma decisão. O estágio permitir-me-ia expandir os meus conhecimentos na área que me suscita interesse (escrita de argumentos), até porque eu penso que ela é um pouco subvalorizada no curso e não é tão desenvolvida quanto aquilo que deveria ser. Para além disso, ganharia mais experiência e teria o prazer de trabalhar e ser orientada por profissionais da área. Assim sendo, ainda procurei por estágios, mas devido à pouca oferta não havia muito por onde procurar. Ironicamente descobri que uma empresa de guionismo possuía uma filial na rua ao lado da minha casa, então decidi ir lá bater à porta e pedir estágio. Eles ficaram de averiguar, porém mais tarde viriam a dizer que não tinham nenhum trabalho em que me conseguissem inserir naquele momento. Logo podemos dizer que esta sentença ajudou a tomar a decisão que se seguiria… o Projeto seria! Ironicamente nunca quis fazer um projeto, nem mesmo no meu ano de licenciatura tive intenção de realizar o meu, chegando ao ponto de convidar uma colega a realizar por mim. Porém começou a suscitar uma dúvida no fundo da minha mente: “como teria sido se fosse eu a realizar?”. Posso sinceramente responder agora que não estava preparada para essa responsabilidade, mas de qualquer forma a dúvida persistia. Sendo assim pensei que visto este ser o último ano que teria a oportunidade de fazer um filme, pois nunca se sabe se no futuro terei essa possibilidade, devia aproveitar para fazê-lo, nem que fosse para ganhar experiência ou para dizer que saí do curso de cinema com um filme feito. Outra das razões para esta escolha deveu-se ao conhecimento que como realizadora teria liberdade total no que diz respeito à estória, logo não veria ninguém usar e abusar da estória consoante a sua vontade, e no que diz respeito ao meu trabalho como argumentista levo-o muito a sério. Contudo, outra das razões que me deixava mais apreensiva e pesava na minha decisão sobre fazer um projeto ou não, dizia respeito à minha capacidade de liderança. Eu sabia que não ia ser tarefa fácil visto não ter paciência para dirigir pessoas nem para estar constantemente a explicar o que quero ou como quero que se façam as coisas, e tendo experiência em realização de outros trabalhos, já sabia que surgiriam algumas frases como “faz como entenderes ser melhor” Ou “se tu achas que fica melhor assim...”. Em última análise pensei que mais valia arrepender-me de algo que fiz, do que ficar sempre a pensar no que não fiz e como teria corrido. Decidi então fazer um esforço e ir avante com a ideia… Resolvido o dilema, estava agora na altura de pensar a sério e no que seria melhor para o projeto. Assim, decidi que teria de começar pela escolha da equipa, e esta seria uma decisão que teria que ser tomada cuidadosamente, pois ela poderia ditar o sucesso ou insucesso do filme logo à partida. Então, decidi escolher as pessoas que sabia terem mais experiência em rodagens, e assim começaria o desenvolvimento do projeto...
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1556
Aparece nas colecções:FAL - DCA | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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