Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1618
Título: Determinantes da actividade física nos estudantes de medicina da Universidade da Beira Interior
Autor: Henriques, Ana Cristina Jesus
Palavras-chave: Psicologia comportamenal
Prática da actividade física - Estudante - Universidade da Beira Interior
Estudante de medicina - Exercício físico - Estudo de casos
Estudante de medicina - Estilo de vida - Estudo de casos
Data de Defesa: Jun-2013
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Introdução: A actividade física é uma componente essencial no estilo de vida e bem-estar do ser humano. A sua prática regular proporciona efeitos benéficos na saúde, nomeadamente no peso e composição corporal, a nível metabólico, na prevenção e tratamento de diversas patologias, na imunidade, crescimento e desenvolvimento físico e psicomotor. O curso de medicina requer um elevado nível de exigência. O impacto originado na vida do estudante de medicina pode traduzir-se em alterações comportamentais, nomeadamente limitando a prática de actividade física. Tal restrição pode comprometer um melhor ajustamento psíquico, a auto-estima e autoconfiança, a resposta cardiovascular ao stress, o controlo no estado de ansiedade e depressão e os resultados em testes cognitivos. Objectivos: O objectivo deste estudo foi caracterizar a prática de actividade física nos estudantes de medicina do 1º e do 6º ano e investigar os seus determinantes. Métodos: Realizou-se um estudo descritivo correlacional transversal para o qual foi construído um questionário de auto-resposta (com recurso ao software “LimeSurvey®”), que foi enviado para a mailing list dos alunos do 1º e do 6º ano do curso de medicina da Universidade da Beira Interior. As respostas ao questionário eram anónimas e confidenciais. Relativamente a um universo de 265 alunos, responderam 220 alunos (83% de taxa de resposta), com uma média de idades de 21,14 (DP=3,703), 67,7% do 1º ano e 32,3% do 6º ano, 76,8% do sexo feminino. Resultados: Dos alunos de medicina que responderam ao inquérito, 54,1% não praticam exercício físico. Existem mais alunos no 6º ano que alteraram os seus hábitos de prática de exercício físico do que no 1º ano, e os alunos de medicina do 6º ano praticam menos exercício físico do que os alunos do 1º ano. Os benefícios percebidos da actividade física são superiores às barreiras percebidas da prática de exercício físico, independentemente do ano de curso. Em ambos os anos de curso, quanto maior é o nível de actividade física, maior é o grau de benefícios percebidos da prática de exercício físico, e quanto menor é o nível de actividade física, maior o grau de barreiras percebidas para a prática de exercício físico. Conclusão: Os resultados deste estudo sugerem que é necessário promover o exercício físico na universidade, de forma a alcançar uma maior taxa de adesão a esta actividade e a evitar o seu abandono ao longo do percurso universitário e das suas crescentes exigências. Apesar dos benefícios percebidos da prática de exercício físico serem superiores às barreiras percebidas, a maioria dos estudantes não pratica exercício físico e a percepção dos benefícios não se reflecte no aumento da actividade física ao longo dos anos de vida passados na universidade.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1618
Aparece nas colecções:FCS - DCM | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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