Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1749
Título: A arquitectura solar passiva:o sol e a terra em acção de afluência
Autor: Rei, João Miguel da Silva
Palavras-chave: Arquitectura solar passiva
Orientação solar
Conforto térmico
Energia solar
Data de Defesa: Jun-2009
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: O sol tem um ―custo‖ análogo em qualquer lugar do planeta, o que nos permite satisfazer uma panóplia de necessidades diárias no habitat. No começo da última década do século XX, o Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD), divulgou o seu primeiro relatório sobre o desenvolvimento humano no mundo, revelando as cavadas desigualdades que representam os actuais modelos de desenvolvimento e satisfação das necessidades mais básicas e as situações de riqueza e pobreza que interrogam as reais possibilidades de construir, localmente e globalmente, uma sociedade planetária mais cuidada, imparcial e justa, logo, mais sustentável. Uma aspiração com claras reflexões políticas, económicas, ecológicas e éticas. Neste contexto, torna-se essencial a promoção de um desenvolvimento mais sustentável, pressupondo um claro esforço social e educativo que contribuam para projectar rotinas sustentávelmente eficientes de habitar o planeta. Torna-se portanto importante a consciência do meio em que habitamos e as acções que exercemos sobre o ecossistema, sugerindo-nos a essencial dependência e união com a natureza, de forma a saber aproveitar as vantagens, aplicando os procedimentos correctos que facilitem transformações sustentáveis, nomeadamente a energia solar passiva e a evolução do conceito de arquitectura solar passiva ao longo da história, como factor determinante de uma maior sustentabilidade e gestão de recursos. Reduzir o impacto ambiental das construções, estabelecer estratégias, reutilizar, reciclar, reduzir e consumo energético da construção e reduzir consumo energético da utilização, apreender boas práticas arquitectónicas e construtivas, os vários tipos de energia, a quantificação de custos, os tipos de captação, os processos térmicos dos edifícios (aquecimento, ventilação e arrefecimento) e técnicas limpas construtivas, são instrumentos essenciais ao arquitecto na arte de concepção arquitectónica. O que se propõe como elemento de auxílio ao que pode chamar de saudável ambiente na arquitectura é a contribuição para o aumento da qualidade de vida, gerida de forma responsável e eficiente gerindo os recursos locais disponíveis.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1749
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