Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/1790
Título: Estimular a linguagem em autistas
Autor: Poeta, Helena Pires Carreirinha
Palavras-chave: Criança autista
Comunicação verbal
Asperger
Aspectos neurológicos
Comunicação interactiva
Data de Defesa: Out-2010
Editora: Universiade da Beira interior
Resumo: Este trabalho surge como uma proposta de investigação sobre a estimulação e aquisição da linguagem na criança autista. Analisa, assim, as particularidades, singularidades e generalidades do processo de apropriação da linguagem na criança com espectro de autismo com síndrome de “asperger”. A metodologia deste trabalho teve como base a teoria do método Teacch, como forma de desenvolver a comunicação verbal e não verbal quanto à sua organização e utilização do sistema PECS, nas suas rotinas diárias e futuras aprendizagens. Numa tentativa de conhecermos em profundidade os aspectos relativos à linguagem da criança diferente, assume-se um posto de observação da linguística discursiva, com a prática do ensino estruturado na unidade de autismo. Assim, as actividades tornam-se significativas para a criança e em momento de interacção a criança vai entrando no campo da linguagem. Foi necessário entender em profundidade os aspectos alusivos à linguagem da criança autista. Como referência, utilizámos o índice de comprimento médio de palavras por enunciado (MLU), cujo cálculo psicolinguístico nos anuncia aspectos pragmáticos da linguagem. Tudo foi feito em conformidade com a prática educativa do sistema teacch em conjunto com método MLU. Para o efeito, desenvolvemos actividades relacionadas com o método utilizado alicerçadas num diálogo entre a professora de educação especial e da criança para em seguida analisar e avaliar. A criança estudada, inicialmente apresentava uma fala quase inexistente, sendo esta maioritariamente ecolálica, existindo uma falta de interacção e comportamentos desajustados. Com o decorrer do ano lectivo, percebemos que esses eram indícios de que a criança já estava na linguagem, e através da interacção com a professora do ensino especial, tudo mudou, a sua postura diante do outro e da sua própria linguagem. Assim, ao termino da pesquisa, evidenciou-se que a criança estudada, colocou-se como individuo falante, constituído pela linguagem verbal e não verbal estimulando as duas paralelamente como forma de comunicar e comunicação.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1790
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