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Título: Resolução de tarefas no tema números e operações do 3º ciclo do ensino básico
Autor: Filipe, Marta Andreia Fonseca
Orientador: Beites, Patrícia Damas
Palavras-chave: Desenvolvimento profissional reflexivo
Narração multimodal
Ensino básico
Matemática
Data de Defesa: Jun-2013
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Assistimos a um mundo em constante evolução e mudança. É exemplo disso o desenvolvimento da Matemática, patente na sua história, desde há milhões de anos. Particularmente, o ensino da Matemática, através de investigações e experiências, sofreu também, ao longo dos tempos, diversas transformações, refletindo-se nos programas da disciplina. Em 2007 foi homologado o Programa de Matemática para o Ensino Básico atualmente em vigor, o qual veio promover o recurso a atividades de exploração, de investigação e de resolução de problemas em sala de aula. Com os naturais desafios diários e agora com novas indicações metodológicas, o professor é levado a repetir sobre a sua prática profissional questionando-se sobre diversos aspetos. Uma atitude assim reflexiva culmina, muitas vezes, através de investigações, num desenvolvimento e conhecimento profissional significativo. O presente estudo foi norteado pelas seguintes questões de investigação: (1) Quais as dificuldades apresentadas pelos alunos na resolução de tarefas que não são exercícios, nomeadamente problemas, no tema Números e Operações do 3.º Ciclo do Ensino Básico?; (2) Com vista a ultrapassar essas dificuldades, o que posso melhorar ao nível da minha prática profissional?. A proposta pedagógica foi constituída por um conjunto de tarefas, aplicadas no ano letivo 2011/2012, nos 7.º e 9.ºanos de escolaridade. Para o estudo, seguiu-se uma metodologia de investigação qualitativa, usando a narração multimodal como instrumento de recolha de dados e de desenvolvimento profissional reflexivo. Os alunos foram refletivos a tarefas que não são exercícios, mas revelaram dificuldades em estruturar um método de resolução. Na discussão das resoluções, os alunos tiveram dificuldade em comunicar os seus raciocínios e, por vezes, o sucesso de implementação da tarefa ficou condicionado pela falta de conhecimentos prévios que já deviam estar consolidados. No entanto, o professor não se pode resignar quando as aulas não correspondem às suas expetativas. Cabe ao professor proporcionar aos alunos a experiência com tarefas de vários tipos, no sentido de diferentes graus de dificuldade e abertura, e, nomeadamente, com as que não são exercícios. Por outro lado, o mesmo deve promover uma metodologia de ensino-aprendizagem adequada para a resolução dessas tarefas, orientando os alunos para uma, cada vez maior, autonomia.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/1871
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