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Título: Conhecimento sensorial: o modelo táctil na experimentação de espaços, Museu de Arte Contemporânea de Serralves
Autor: Grave, Emanuel de Pinho
Orientador: Loureiro, Manuel Joaquim
Candela Suárez, Maria
Pereira, Carlos Mourão
Palavras-chave: Sentido táctil
Percepção táctil
Data de Defesa: 2009
Resumo: Pretende-se examinar a interligação entre a percepção táctil e o modelo arquitectónico, no reconhecimento espacial, em edifícios de exposições. A finalidade do estudo é a de aferir estratégias inclusivas, para uma eficácia espacial, face a preceitos inerentes aos públicos normovisual, de baixa visão e cego, como usufruidores de espaços edificados. Recorre-se à metodologia de observação espacial empírica, tendo como ferramenta o modelo táctil de arquitectura e confina-se o espectro de trabalho, a um público chave constituído por pessoas cegas e de baixa visão, sem conhecimento prévio do espaço a avaliar. Argumenta-se que oespectro referido, pelo facto de não usufruir de um dos sentidos, total ou parcialmente, no contacto com o ambiente construído, encontra-se dotado de maior apuramento dos restantes, particularmente ao nível do tacto. Sugerem-se como estudo de caso as zonas destinadas ao público, no piso térreo, do Museu de Arte Contemporânea da Fundação Serralves, no Porto, desenvolvido pelo Arquitecto Siza Vieira. A escolha justifica-se pela complexidade espacial da obra e versatilidade dos espaços interiores, própria de espaços de exposição temporária. A investigação contempla dois ensaios: o primeiro explora a orientação espacial do público com baixa visão; e, o segundo explora a orientação espacial do público cego, recorrendo a um modelo táctil de representação arquitectónica para um conhecimento prévio dos espaços, com o intuito de optimizar a orientação destes na personagem de visitante dos espaços referidos; em simultâneo examinam-se os diferentes estímulos tácteis para a criação de representações tridimensionais de arquitectura, com o objectivo de definir as melhores formas de produção destes modelos de consulta. Deseja-se assim verificar que a maqueta, na figura do modelo táctil, é uma ferramenta que permite aumentar a autonomia dos indivíduos cegos no contacto com espaços de exposição, e que a sua produção depende de uma ideologia de produção com carácter protector do tacto.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/2179
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de mestre em Arquitectura
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