Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/2202
Título: Homeostase na arquitectura: adaptação às mudanças causadas pelas alterações climáticas
Autor: Furtado, Leida Cristina Baptista Gomes
Orientador: Lanzinha, João Carlos Gonçalves
Palavras-chave: Alteração climática
Adaptabilidade
Equilíbrio
Flexibilidade
Adaptability
Climate Change
Flexibility
Data de Defesa: 2010
Resumo: Homeostase é o termo de origem Grega em que hómoios = semelhante, stasis = situação. É utilizado para descrever a habilidade que um organismo possui para regular o seu ambiente interno, mantendo um ambiente estável, quando é sujeito a alterações externas. Essa capacidade que os organismos vivos possuem, é constituída por um conjunto de processos activos que dão origem ao que se chama de “equilíbrio dinâmico”. Sendo que a Homeostase, na sua essência, trata-se de acção e reacção, uma arquitectura “homeostática” requer portanto o entendimento das condições climáticas tais como, a temperatura, a exposição solar, qualidade do ar, chuva entre outros. Portanto a homeostase no mundo arquitectónico, requer uma arquitectura que seja capaz de produzir o chamado “equilíbrio dinâmico”, pois o ambiente em que nós vivemos está em constante mudança. Quando se fala em alterações climáticas ou mudanças Climáticas está-se a referir às médias de precipitação, temperatura, humidade, insolação, neblina, granizo, geada, velocidades do vento, tempestades entre outros fenómenos climáticos que ocorrem durante um longo período e num determinado lugar. Como seria uma arquitectura, que conseguisse regular o seu ambiente interno devido a essas variações que constantemente ocorrem no exterior? Quais seriam as vantagens de uma arquitectura deste nível? Esta Dissertação tem como ponto fulcral explorar este tipo de arquitectura, que seja capaz de adaptar e responder às várias mudanças que possam ocorrer na sua envolvente, ajustando o seu ambiente interno.
Homeostasis it’s a word from Greek where homeo = similar or equal, stasis = static. It’s used to describe the ability that an organism has to auto-regulate their internal environment, maintaining a stable surrounding, when they are subjected to external changes. This capacity that the living organisms have is composed by a whole of active process which originated what it’s called “dynamic equilibrium”. Since the Homeostasis in its essence, it‘s about action and reaction, an “homeostatic” architecture needs a deep understanding of the environment conditions, such as, temperature, sunlight, air quality, precipitation among others. Therefore the homeostasis in the architecture realm, require an architecture that is able to produce what it’s called the “dynamic equilibrium”. The environment in which we live it’s always changing. When it comes to climate change it is referring to the averages of precipitation, temperature, humidity, sunshine, fog, hail, wind speeds, storms and other weather phenomena that occur over a long period and a particular place. How would be an architecture that could regulate their internal environment due to the changes that constantly occur abroad? What are the advantages of architecture of this level? This thesis has as the key point, explore this type of architecture, which is able to adapt and respond to various changes that might occur in their surroundings adjusting its internal conditions.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/2202
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de mestre em Arquitectura
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