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Título: Alterações induzidas na velocidade de lançamento em jovens adolescentes após seis semanas de treino de força explosiva
Autor: Rêgo, Ana Sofia da Silva Dourado
Orientador: Marques, Mário António Cardoso
Palavras-chave: Treino de força
Treino desportivo
Data de Defesa: 2010
Resumo: O treino da força com jovens deve ser realizado de forma consciente, ajustado e integrado no processo geral de formação desportiva. Todavia, a escassez de estudos em populações escolares é evidente. Assim, o presente estudo teve como objectivo determinar a eficácia de dois programas de força explosiva sobre a performance de lançamento. A amostra foi constituída por 17 alunos do sexo masculino (idade 15,6 ± 0,61 anos, peso 60,5 ±9.63 kg, altura 171,3 ± 8,09 m e envergadura 176,2.0 ± 8,28 m) divididos em dois grupos homogeneamente indexados a um tipo de treino específico. Um grupo de treino que realizou 3 séries de 6 repetições com uma bola medicinal de 3kg (GBM) e outro grupo de treino que realizou 6 séries de 14 repetições com uma bola de futebol (GF: ~ 0.45 kg). Todos os programas de treino tiveram a mesma carga de trabalho (i.e., o mesmo impulso mecânico: 366 N.s) previamente estabelecido num estudo piloto. Foram executados testes de lançamentos com bola de futebol e com bolas medicinais de 1 e de 3kg, antes e depois de um período de 6 semanas de treino com 2 sessões semanais. Os principais resultados permitem-nos afirmar que todos os grupos tiveram diferentes níveis de alterações, que no global, se traduziram em ganhos significativos na velocidade de lançamento. Fazendo a comparação entre os dois grupos de intervenção, pudemos verificar um aumento significativo na velocidade de lançamento para ambos os grupos. No lançamento da bola de futebol, o GF destacou-se obtendo um aumento significativo de 11,13% (p=0,0100) na velocidade de lançamento face ao GBM (5,48%, p=0,1709). Relativamente ao lançamento da bola medicinal de 1kg, apesar de não termos percebido diferenças significativas entre os grupos após 6 semanas TF, consatatou-seque o GF teve maiores incremtos percentuais no lançamento com a bola de 1kg (12,44%, p = 0,0855). Quanto à bola de 3kg, o GBM obteve maiores incrementos face ao GF (5,10%, p=0,2669) na velocidade de lançamento. Os valores máximos verificados no final das 6 semanas para o GF sofreram uma diminuição percentual de treino pós-teste para a velocidade do grupo que treinou com a bola de futebol, percebemos que existiram perdas significativas na velocidade (-3,45%, p=0,2629.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/2281
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de mestre em Ciências do Desporto
Aparece nas colecções:FCSH - DCD | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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