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Título: Efeitos do treino de força sobre a performance de lançamento em jogadores infantis de pólo aquático
Autor: Liberal, Estêvão Marcos dos Santos Lima Guerra
Orientador: Marques, Mário António Cardoso
Marinho, Daniel Almeida
Palavras-chave: Performance de lançamento
Pólo aquático
Data de Defesa: 2010
Resumo: Objectivos: O objectivo deste estudo foi determinar os efeitos de dois programas de treino de força com a mesma carga de trabalho (i.e., o mesmo impulso mecânico) sobre a performance de lançamento em jogadores infantis de pólo aquático. Hipóteses: Ambos os grupos melhorariam a velocidade de lançamento com a bola de pólo aquático e com as bolas medicinais, utilizando a mesma carga de trabalho para ambas as formas de treino. Uma diferença substancial entre os grupos indicaria a influência da especificidade dos conteúdos de treino. Métodos: Participaram neste estudo jogadores infantis de pólo aquático (n = 16, idade 14,3 ± 0,8 anos, peso 64,2 ± 9,8 kg, altura 169,9 ± 6,7 cm e envergadura 174,3 ± 6,1 cm) divididos em dois grupos homogeneamente indexados a um tipo de treino específico. O programa de treino foi composto por 2 sessões semanais durante 8 semanas consecutivas com a mesma carga de trabalho (i.e., o mesmo impulso mecânico). Um grupo (G1) realizou 3 séries de 6 repetições com a bola medicinal de 3kg, enquanto que um segundo (G2) completou 1 série de 9 repetições com a bola de 3kg e mais 3 séries de 14 repetições com a bola oficial de PA. O protocolo de treinos respeitou ainda as seguintes regras: (1) os sujeitos realizavam 1 lançamento de 15 em 15 segundos; (2) em todas as repetições os jogadores de PA tiveram de aplicar a máxima velocidade respeitando uma pausa de aproximadamente 2 minutos entre cada série para evitar o aparecimento de fadiga. Resultados: Relativamente à velocidade de lançamento, verificou-se um aumento significativo na velocidade de lançamento entre o pré-treino (primeiro momento de avaliação) e o pós-treino (segundo momento de avaliação), em ambos os grupos (p˂0.05), excepto para o G1 com a bola de 1 kg. Contudo, no segundo momento de avaliação (pós-treino), não se verificou diferenças significativas na velocidade de lançamento das diferentes bolas entre os dois grupos de treino (p>0.05). Conclusão: Concluiu-se que os dois programas de treino aplicados foram eficazes no aumento da velocidade de lançamento, embora não se tenha podido observar diferenças significativas entre os dois programas de treino. Este estudo demonstrou ainda que um trabalho simples com bolas medicinais pode ser altamente eficaz e de fácil exequibilidade ao nível do escalão de infantis de pólo aquático.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/2290
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de mestre em Ensino de Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário
Aparece nas colecções:FCSH - DCD | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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