Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/2417
Título: A academia sénior da Covilhã
Autor: Sousa, Carla Sofia Pereira de
Orientador: Schouten, Maria Johanna Christina
Palavras-chave: Universidades Seniores
Educação de adultos
Data de Defesa: 2008
Resumo: O envelhecimento é um tema cada vez mais actual e central da nossa sociedade. Com uma população cada vez mais envelhecida torna-se urgente e inevitável encontrar soluções criativas e diversificadas para corresponder de forma positiva às necessidades constantes desta população. Envelhecer é um processo natural, uma realidade com a qual todos nós mais cedo ou mais tarde nos deparamos. É um processo fisiológico que não está associado à idade cronológica. E é nesta perspectiva que se deve olhar para o envelhecimento, no sentido de atenuar as dificuldades que a ele estão associadas e desta forma encontrar e promover mais momentos de descontracção para que esta fase da vida possa ser uma realidade plena, saudável e com uma boa qualidade de vida. Tendo por base estas necessidades podemos considerar as “Universidades da Terceira Idade, Universidade Sénior ou Academia Sénior como uma resposta sócio-educativa desenvolvida em equipamento (s), que visa criar e dinamizar regularmente actividades culturais, formativas e de convívio, para e pelos maiores de 50 anos, num contexto de formação ao longo da vida, em regime informal.” (JACOB: 2004) Este modelo de ensino para estes jovens jubilados surgiu em 1973 em França, mais precisamente na Universidade de Toulouse. As UTI’s são um modelo de formação de adultos com muito sucesso em todo o mundo. O seu sucesso prende-se com o facto de proporcionar um leque muito diversificado de actividades culturais, recreativas, científicas e de aprendizagem. É necessário muito trabalho de bastidores para poderem apresentar e oferecer um leque tão variado de actividades. Este trabalho é feito por eles para eles. São eles que detêm maior conhecimento das suas próprias necessidades. Este trabalho pretende dar a conhecer alguns aspectos da realidade interna das UTI’s. Isso implica, entre outros: conhecer quem está na sombra das actividades oferecidas pelas UTI’s, de que forma se processa todo este trabalho, quem o faz e porque o faz. Saber se quando uma actividade é planeada o factor económico é ou não condicionante, e qual a forma que as UTI’s encontram para fazer face a estas limitações económicas. Por fim, interessa saber o que pensam os alunos que usufruem destas actividades, o que, segundo eles, poderia ser modificado e se as actividades vão ao encontro das suas necessidades.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/2417
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de Mestre em Sociologia
Aparece nas colecções:FCSH - DS | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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