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Título: Sintomas psicopatológicos e suporte social na gravidez e no pós-parto: um olhar sobre a parentalidade
Autor: Ferreira, Ana Carolina Delgado
Orientador: Carvalho, Paula Saraiva
Monteiro, Samuel José Fonseca
Palavras-chave: Pós-parto
Gravidez
Data de Defesa: 2013
Resumo: Introdução - A Gravidez tem sido muitas vezes referida como um período de tranquilidade e bem-estar. No entanto, na literatura têm aparecido alguns resultados contraditórios. Este trabalho pretende contribuir para um maior conhecimento dos fatores que se associam ao aparecimento de estados emocionais negativos durante este período de tempo. Método - A amostra deste estudo é constituída por um total de cerca de 81 grávidas, com idades entre os 18 e os 41 anos de idade. Para a avaliação foi utilizado o Questionário Sociodemográfico, composto por questões relacionadas com o suporte social e antecedentes clínicos, composto por 22 pergunta; Inventário de Sintomas Psicopatológicas (BSI, Derogatis,1993; Canavarro, 1995), que pretende avaliar sintomas psicopatológicos através de nove dimensões de sintomatologia - Somatização, Obsessões-Compulsões, Sensibilidade Interpessoal, Depressão, Ansiedade, Hostilidade, Ansiedade Fóbica, Ideação Paranóide e Psicoticismo – e três índices globais – Índice Geral de Sintomas (IGS), Total de Sintomas Positivos (TSP) e Índice de Sintomas Positivos (ISP); Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo (EPDS, Cox, 1988; Augusto et al, 1996) que pretende medir a presença e intensidade de sintomas depressivos nos últimos sete dias, para identificar a frequência de risco para a Depressão pós-parto nas puérperas e, por fim, a Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS, Ribeiro, 1999), a qual pretende avaliar quatro dimensões relacionadas com a perceção de suporte social – Satisfação com amigos, Intimidade, Satisfação com a família e Atividades Sociais. Resultados - Os resultados deste estudo sugerem que de facto existe uma relação entre o suporte social e o aparecimento de sintomas psicopatológicos e de Depressão, sendo que aquelas em que parece não existir perceção de apoio manifestam valores mais elevados de sintomas psicopatológicos. Conclusões- Enfatiza-se que é de extrema pertinência, no contexto da promoção da educação para a saúde durante a gravidez e no pós-parto, a identificação dos fatores de risco que promovem o desenvolvimento de estados emocionais negativos nessas mulheres grávidas e puérperas, a fim de prevenir consequências adversas para a mãe e para a criança. Neste sentido, deve ressalvar-se a importância de realizar intervenções de melhoria para minimizar o aparecimento de sintomas psicopatológicos, de forma a ajudar as mulheres grávidas a terem uma melhor adaptação à maternidade, podendo desenvolver-se e promover-se intervenções personalizadas de acordo com o estilo de vida e contextos em que se inserem.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/2614
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde
Aparece nas colecções:FCSH - DPE | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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