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Título: Perceções dos agentes educativos sobre o atendimento das crianças com capacidades excecionais de aprendizagem
Autor: Ascensão, Ana Carolina Vitória de
Orientador: Oliveira, Ema Patrícia de Lima
Palavras-chave: Educação pré-escolar
Crianças sobredotadas
Data de Defesa: 2012
Resumo: A educação é a base da vida, imprescindível para o desenvolvimento e crescimento da criança, a nível pessoal e social. A infância ressalva um cargo fulcral nesse trabalho educacional, constituindo a base da educação, uma vez que é nos primeiros anos de vida que a criança se começa a “arquitetar”. O adulto que a acompanha deve ajudá-la a desenvolver capacidades, demonstrar características, lidar com situações do dia-a-dia, socializar com as pessoas que a rodeiam e por fim motivá-la a crescer quer a nível físico, quer psíquico. No seio da abrangente área da educação, existem muitas problemáticas célebres e uma delas passa pelo tema da sobredotação, na existência de crianças com capacidades excecionais de aprendizagem. É um tema de crescente preocupação na área da educação, mas que requer uma análise cuidada, apresentando-se uma problemática com ideias díspares, abrangentes e por vezes controversas. Este estudo pretendeu analisar as perceções que os agentes educativos têm acerca do atendimento efetuado junto de crianças com capacidades excecionais de aprendizagem, baseando-se na opinião de 38 educadores de infância e 39 pais de crianças em idade pré-escolar. Para tal foi utilizado um questionário sociodemográfico, no qual estão integradas 38 afirmações acerca do desenvolvimento destas crianças a nível socio-emocional e a nível académico. Os resultados indicam que as perceções dos pais e educadores, relativas ao impacto da entrada antecipada, são maioritariamente favoráveis. As médias obtidas pelos pais e educadores situam-se acima da mediana (M=32,5), tanto no domínio académico (M=35,8), como no psicossocial. Relativamente à formação dos educadores, foram em maior número os educadores que não possuíam formação (n=23) do que os que possuíam (n=15), revelando que existiam perceções mais favoráveis por parte dos educadores que não possuíam formação. Os educadores (n=26), que não tiveram contacto com crianças excecionais indicam valores superiores aos que já tiveram contacto (n=12). O mesmo acontece em relação às suas perceções, uma vez que os que não tiveram contacto possuem uma visão mais positiva em relação ao impacto. Verificamos uma diferença estatisticamente significativa entre as quatro variáveis em análise, que se refere à formação dos participantes, as restantes não se revelaram significativas.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/2654
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de Mestre em Supervisão Pedagógica
Aparece nas colecções:FCSH - DPE | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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