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Título: Articulação : ... a ferramenta na nossa mão
Autor: Coelho, Maria Otília Gonçalves de Matos
Orientador: Loureiro, Manuel
Branco, Maria Luísa
Palavras-chave: Estabelecimentos de ensino
Crianças
Data de Defesa: 2013
Resumo: A criação de práticas colaborativas entre estabelecimentos de ensino distanciados, mas pertencentes a um mesmo agrupamento, mudou a cultura escolar. O D L 75/2008 de 22 de Abril veio incentivar a articulação, focando também a importância no proporcionar de um percurso sequencial e articulado aos alunos e ao favorecimento da transição entre os vários níveis de ensino. Este aspeto, veio a ser reforçado, mais tarde, pelo Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de Julho, que procede à reorganização da rede escolar através do agrupamento e agregação de escolas, no que concerne à articulação, pelo que, sustentamos que a ferramenta está na mão de educadores e professores. O presente estudo preocupa-se em compreender e conhecer como se processa a articulação na transição das crianças do ensino pré-escolar para o 1º ciclo do ensino básico. Assim, esta investigação tem como objetivo a análise da articulação praticada pelos docentes dos respetivos departamentos, tendo em vista a continuidade e sequencialidade do percurso escolar das crianças, de forma a minimizar o choque das transições entre ciclos. Pretendendo saber que ações estão na base da articulação entre o ensino Pré-Escolar do Jardim de Infância (JI) A e o 1º Ciclo da Escola Básica (CEB) B foi feita pesquisa nos dois estabelecimentos de ensino, pertencentes ao mesmo agrupamento. Procurou-se analisar a cultura de articulação existente, adotando a metodologia qualitativa, com recurso a entrevistas semiestruturadas realizadas a oito docentes, educadores de infância e professores do primeiro ciclo do ensino básico. Segundo os indicadores e o conhecimento que se tem da legislação, é necessário fazer a “ponte” entre a regulação e o trabalho conjunto. É nesta união que a articulação se processa, promovendo a cooperação entre docentes e procurando adequar o currículo às necessidades específicas dos alunos. No intento de prosseguir este caminho e alcançar a meta, os docentes referem algumas “pistas” que dão resposta à questão inicialmente colocada. Entre as principais conclusões obtidas destacam-se: a necessidade de uma mudança de cultura escolar onde predomine o trabalho em equipa, sustentáculo da articulação; concessão de tempos essenciais para a operacionalização da cultura existente; a importância ada à organização entre os coordenadores dos departamento a quem cabe, segundo a legislação, promover, em ligação com a direcção, a articulação, programando, sugerindo ou propondo vários momentos de articulação, com tempos/reuniões indicados para a sua materialização.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/2689
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de Mestre em Supervisão Pedagógica
Aparece nas colecções:FCSH - DPE | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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