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Título: Indicadores de saúde mental e qualidade de vida em sujeitos empregados e desempregados: estudo exploratório no concelho da Covilhã e Fundão
Autor: Ferreira, Susana Isabel Pais
Orientador: Maia, Luis Alberto Coelho Rebelo
Palavras-chave: Situação laboral
Qualidade de vida
Data de Defesa: 2011
Resumo: O presente estudo visou estudar e analisar indicadores de saúde mental e qualidade de vida em 222 sujeitos pertencentes ao concelho da Covilhã e Fundão da população activa e desempregada, do sexo feminino (n=153) e do sexo masculino (n=69), com idades compreendidas entre os 25 e 45 anos, de diferentes níveis educacionais. Para o efeito, foram utilizados dois questionários sócio-demográficos (um para a população empregada e outro para a população desempregada), o SCL-90-R (Questionário de avaliação de 90 sintomas) e um questionário de Qualidade de Vida (World Health Organization Quality Of Life – WHOQOL-Bref). Os resultados sugerem que o sexo feminino revela índices mais elevados de psicopatologia e o sexo masculino apresenta níveis mais elevados de qualidade de vida. De igual modo, verificaram-se diferenças na percepção da qualidade de vida e na saúde mental em função da idade, sendo que o grupo de sujeitos mais novos apresenta valores mais elevados de qualidade de vida e o grupo de sujeitos mais velhos manifestam níveis mais elevados de psicopatologia. Relativamente à escolaridade, está patente uma diminuição da saúde mental e da qualidade de vida com o decréscimo das habilitações literárias. Observa-se uma relação negativa entre saúde mental e qualidade de vida, sugerindo que a qualidade de vida pode influenciar a incidência de psicopatologia, ou seja, quando uma aumenta, a outra tende a diminuir. Constatou-se que os indivíduos desempregados apresentam valores elevados na escala clínica ansiedade, depressão e psicoticismo comparativamente aos empregados. Por sua vez, os empregados apresentam mais sintomas ligados à somatização, às obsessões-compulsões, à sensibilidade interpessoal, à hostilidade, à ansiedade fóbica e à ideação paranóide. Os indivíduos desempregados acreditam ter uma menor qualidade de vida comparativamente com os sujeitos empregados, contudo, essa diferença não é muito discrepante, porque para ambos os grupos analisados a percepção da qualidade de vida é relativamente alta.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/2719
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde
Aparece nas colecções:FCSH - DPE | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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