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Título: GSJ : mercado e cultura
Outros títulos: Garagem de São João - passado, presente e futuro
Autor: Pereira, André Filipe Vieira
Orientador: Dias, José Neves
Palavras-chave: Reabilitação patrimonial - Covilhã - Portugal
Reutilização de edifícios - Garagem de S. João - Covilhã
Garagem de S. João - História - Reutilização de edifícios
Garagem de S. João - Projecto MEC - Mercado e cultura
Edifício da Garagem de S. João - Reutilização de edifícios - Projecto
Covilhã - Reutilização de edifícios - Projecto MEC - Mercado e cultura
Data de Defesa: 2013
Resumo: A Garagem de São João tem mais de meio século de história. O terreno, antes da construção da garagem, teve grandes projetos, nomeadamente de um Cineteatro. Este edifício está agora abandonado e com sinais visíveis de degradação. Contudo, serve de apoio à recolha de viaturas de Bombeiros Voluntários da Covilhã. A Garagem de São João foi inicialmente uma garagem de autocarros, uma oficina, estação de serviço e comércio de automóveis. De facto, a localização deste imóvel apresentava vantagens no contexto urbano da Covilhã, porque o eixo rodoviário adjacente, ou avenida 25 de abril é o principal ramal de acesso ao Centro da Covilhã (praça do município) e à parte baixa da cidade (bairro da estação). Na deslocação à Cidade da Guarda este local sempre foi um ponto de referência. O crescimento da periferia da Cidade da Covilhã levou ao afastamento e abandono desta zona que rodeia a antiga garagem. Em resposta a estas condicionantes, desenvolveu-se uma proposta de reabilitação no edifício actual. Poderia ter-se realizado também uma proposta de intervenção na envolvente, designadamente o Largo de São João de Malta e terrenos anexos, contudo, seria necessário mais tempo e pesquisa. As soluções propostas tiveram em consideração as vantagens dos acessos, o espaço da envolvente e o contexto social dos fluxos e da mobilidade daquele local. A proposta desenvolve-se com a reabilitação do edifício sem o destruir. Em detrimento do factor estético, revela-se uma das questões: o que é que a cidade da Covilhã precisa para ser menos dependente da universidade (UBI) e de outros factores externos? Depois de alguns projectos experimentais, o tema recaiu sobre as quintas verticais. A ideia é um projecto que aproxima a arquitectura da agricultura urbana, aquacultura, e em certa forma, algumas de actividades culturais, que potenciem algumas exposições, espectáculos, reuniões. Por conseguinte, o projecto chamou-se MeC – Mercado e Cultura.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/3126
Designação: Mestrado em Arquitectura
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