Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/3183
Título: Motivação para a prática da educação física : estudo comparativo dos fatores motivacionais subjacentes à teoria da autodeterminação entre alunos do ensino básico e secundário da cidade da Guarda
Autor: Venâncio, Rui Miguel Fonseca
Orientador: Martins, Júlio Manuel Cardoso
Palavras-chave: Educação física
Educação física - Motivação
Educação física - Aspectos psicológicos
Educação física - Autodeterminação
Educação física - Comportamento
Educação física - Ensino básico - Ensino Secundário
Data de Defesa: 2011
Resumo: A Teoria da Autodeterminação é uma abordagem psicológica sobre a motivação, que se preocupa com as causas e as consequências da forma como o ser humano regula o seu comportamento. Preconiza ainda, que a base do comportamento autodeterminado (regulação para formas intrinsecamente motivadas) passa pela satisfação de três necessidades psicológicas básicas (competência, autonomia e relacionamento). Este modelo teórico pode fornecer informações importantes sobre o processo motivacional dos alunos para as aulas de educação física. Assim sendo, o principal objetivo deste estudo é analisar as diferenças entre os alunos em final de ciclo de ensino, no que se refere à perceção da satisfação das necessidades psicológicas básicas de autonomia, competência e relacionamento, bem como, em relação à forma como regulam o seu comportamento para formas mais autodeterminadas (motivação intrínseca e identificada), menos autodeterminadas (motivação introjectada e externa) e amotivação (ausência de motivação). Participaram neste estudo 342 alunos (n=342) das cinco escolas públicas do ensino básico e secundário da cidade da Guarda, de ambos os géneros (179 femininos; 163 masculinos), distribuídos pelos seguintes anos de escolaridade:106 do 6º ano (n= 106), 119 do 9º ano (n= 119) e 117 do 12º ano (n= 117), com uma média de idades de 14.8±2.7 anos (entre os 11 e 20 anos). Para além de todos os alunos frequentarem de forma assídua as aulas de educação física, 120 participavam ainda regularmente nas atividades do desporto escolar em diversas modalidades. Para a recolha dos dados foram utilizadas as versões portuguesas da Basic Psychological Needs in Exercise Scale (BPNESp) e do Perceived Locus of Causality (PLOCp). Os resultados revelaram diferenças significativas entre os alunos do 6º ano de escolaridade e os restantes alunos do 9º e 12º ano de escolaridade, no que concerne à satisfação da necessidade psicológica básica de autonomia, apresentando os alunos do 6º ano níveis mais elevados do que os restantes. No que respeito à regulação do comportamento, também se verificaram diferenças no mesmo sentido, ou seja, os alunos do 6ºano regulam mais o seu comportamento para formas autónomas (motivação intrínseca e motivação identificada) em relação aos do 9º e do 12º ano. No entanto, por outro lado, verificou-se também que os alunos do 6º ano são aqueles que regulam o seu comportamento para formas mais controladoras (motivação introjectada e motivação externa), em relação aos restantes.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/3183
Designação: Mestrado em Ciências do Desporto
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