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Título: Estudo da capacidade de adsorção de agregados artificiais para o tratamento de efluentes
Autor: Farropas, Susana Margarida dos Santos
Orientador: Albuquerque, António João Carvalho
Simões, Rogério
Palavras-chave: Tratamento de águas residuais
Tratamento de águas residuais - Agregados artificiais
Tratamento de águas residuais - Geopolímeros
Tratamento de águas residuais - Absorção
Tratamento de efluentes
Data de Defesa: 2010
Resumo: Os agregados artificiais podem constituir um material alternativo para processos de tratamento de águas residuais por filme-fixo (leitos percoladores, leitos filtrantes, trincheiras filtrantes, biofiltros e leitos de macrófitas, por exemplo). Este trabalho avaliou a capacidade de adsorção de um agregado geopolimérico artificial (AGA), produzido por activação alcalina de lamas residuais das minas da Panasqueira, e de um agregado leve de argila expandida (de nome comercial Filtralite), na presença de acetato, amónio, fosfato e nitrato, através de ensaios “batch”. Utilizaram-se inibidores do crescimento biológico e uma temperatura próxima dos 20ºC. Os resultados demonstram que a CQO não deve ser utilizada para avaliar a adsorção de moléculas orgânicas neste tipo de agregados, uma vez que o respectivo método pode levar à determinação de valores que resultam da oxidação simultânea de material inorgânico libertado pelos agregados, de material orgânico utilizado como adsorvato e da azida de sódio (inibidor do crescimento microbiológico). Por outro lado, este inibidor não é adequado para ensaios onde se utiliza o acetato, uma vez que este último elemento pode ser reduzido a álcool etílico, deixando de ser detectado convenientemente. Independentemente dos agregados utilizados, as taxas de adsorção mostram que houve uma variação pouco significativa ou muito irregular das concentrações de acetato, amónio e nitrato, e uma adsorção mais significava e regular do fosfato, comprovadas pela análise dos erros de determinação, levando a admitir que os agregados estudados têm mais afinidade para a remoção deste último ião. As taxas de adsorção obtidas para o fosfato foram de 0,1 mg/g (AGA) e 0,2 mg/g (Filtralite). Com este trabalho, pretendeu-se, também, avaliar a importância da capacidade adsortiva destes agregados quando colocados em processos de tratamento, tendo-se observado que a sua utilização será mais vantajosa para a adesão e crescimento de biofilme com capacidade para a remoção biológica de poluentes.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/3472
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de Mestre em Materiais e Tecnologia da Construção
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