Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/3755
Título: Concepção de um sistema alternativo de reconhecimento de íris cooperativo
Autor: Carreira, Ricardo Pereira de Oliveira
Orientador: Proença, Hugo Pedro Martins Carriço
Palavras-chave: Biometria
Sistema biométrico
Reconhecimento de íris - Biometria
Reconhecimento de íris - Anotomia ocular
Reconhecimento de íris - Biometria - Aspectos tecnológicos
Data de Defesa: 2009
Resumo: Nos dias de hoje, uma das mais importantes condições que está associado ao ser humano é a segurança. Cada vez mais se pretende garantir a autenticidade das pessoas evitando assim ataques e invasões maliciosas. É nesse contexto que surgem os sistemas biométricos, como forma de solucionar esses problemas. Mais concretamente, o uso da íris como medida biométrica, tem sido dos métodos mais promissores, completos e robustos existentes no mercado. As suas aplicações são vastas, desde à utilização em aeroportos, laboratórios, bancos ou prisões. Em todos estes exemplos, é necessária uma cooperação dos indivíduos que permite adquirir imagens de qualidade para o processo de reconhecimento. Com a utilização de um sistema biométrico, independentemente da característica fisiológica utilizada, existem dois tipos de identificação: verificar se uma boa é quem diz ser ou identificar a pessoa em questão dizendo concretamente de quem se trata, caso essa seja uma das pessoas com autorização. Sendo que as características físicas funcionam como senha de acesso, os comuns problemas de esquecimento de passwords ou de furto de cartões de acesso deixam de fazer sentido. As pessoas são a sua própria senha. Nesta tese, encontra-se descriminado as metodologias que visam responder às várias etapas do reconhecimento da íris. No entanto, os métodos apresentados, tentam contornar a patente criada por John Daugman em 1994. É a única patente utilizada nos sistemas de reconhecimento biométrico em comercialização através da íris. Os métodos consistem inicialmente na segmentação da íris em imagens capturadas. De seguida, as imagens segmentadas passam por uma fase de normalização para um melhor manuseamento dos dados. Por fim existem métodos que determinam quais os valores mais aptos para extrair informação e criar uma assinatura biométrica. Os diversos métodos propostos encontram-se complementados com resultados, que justificam as várias decisões tomadas.
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/3755
Designação: Dissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de mestre em Engenharia Informática
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