Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/732
Título: O ensino prático da medicina
Outros títulos: de pequenos passos se fazem longas caminhadas
Autor: Amorim, Filipa Sofia Luís de
Palavras-chave: Ensino da Medicina
Ensino da Medicina - Aspectos práticos
Ensino da Medicina - Internato médico
Ensino da Medicina - Prática clínica
Medicina - Ensino
Data de Defesa: Set-2008
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: O principal objectivo do estudo centrou-se na avaliação da capacidade das faculdades de medicina nacionais durante o 6º ano profissionalizante na promoção das competências teórico-práticos indispensáveis à prática clínica inicial do médico interno. O questionário aplicado identificou alguns aspectos comuns a todas as faculdades de medicina nacionais incluídas no estudo. Contudo, as diferenças entre faculdades não foram valorizadas tendo em conta o número reduzido de elementos da amostra, a fraca adesão ao preenchimento do questionário apresentado e a ausência de representatividade de três das faculdades de medicina nacionais. A sua aplicação no estudo não foi realizada com o intuito de retirar inferência ou significância estatística, mas antes com a pretensão de avaliar qualitativamente os dados colhidos numa base de recolha de opinião. Alguns pontos-chave foram identificados: a formação teórica como ponte de ligação para a prática clínica é excelente; as competências teórico-práticas que a grande maioria dos médicos internos está apta a efectuar no início das suas carreiras inclui a colheita da história clínica, a realização de exame objectivo e a procura e colheita da informação necessária à sua autoaprendizagem; em relação às competências exclusivamente práticas a grande maioria dos internos apenas se mostra apta a efectuar punção arterial, punção venosa, otoscopia, especuloscopia, suturas e SBV; a farmacologia/prescrição terapêutica e a necessidade de maior prática clínica e menos teoria são apontadas como as grandes falhas dos planos curriculares do actual 6º ano profissionalizante; a adequada formação em prescrição terapêutica, as competências práticas bem definidas, o priviligear o lema “aprendendo, fazendo” e a habilitação à prestação de cuidados em serviços de urgência e emergência foram apontados como os aspectos fundamentais a integrar no 6º ano profissionalizante caso o ano comum venha a ser ou não excluído das carreiras médicas; por último, a grande maioria dos médicos internos gostaria de ver incorporada na futura prática clínica uma actualização contínua dos seus conhecimentos médico-científicos, uma visão holística do paciente, a valorização pelo trabalho em equipa e a capacidade de assumir a responsabilidade pelos actos praticados. Em conclusão, a grande maioria dos médicos internos do estudo nega ter recebido uma adequada preparação académica para assumir o papel de interno, reconhecendo a necessidade de maior prática clínica durante o 6º ano profissionalizante.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/732
Aparece nas colecções:FCS - DCM | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
Capa da Dissertação.pdfCapa da Dissertação76,79 kBAdobe PDFVer/Abrir
Dissertação de Mestrado.pdfDissertação de Mestrado400,12 kBAdobe PDFVer/Abrir
Anexo1 - Questionário Modelo.pdfAnexo1 - Questionário Modelo25,01 kBAdobe PDFVer/Abrir
Anexo2 - Resultados Obtidos.pdfAnexo2 - Resultados Obtidos81,13 kBAdobe PDFVer/Abrir


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Degois 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.