Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/733
Título: A luxação traumática do joelho
Outros títulos: revisão
Autor: Azevedo, Ana Filipa Costa Pereira Reis de
Palavras-chave: Luxação do joelho
Luxação do joelho - Tratamento
Luxação do joelho - Angiografia
Data de Defesa: Ago-2008
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Introdução: A luxação traumática do joelho é uma lesão rara, porém pode ameaçar a viabilidade do membro afectado. Por vezes, esta situação não é correctamente diagnosticada, devido à ocorrência de redução espontânea ou no local do acidente. Encontra-se também associada a lesões neurovasculares. Actualmente, assuntos como o uso da arteriografia, a opção terapêutica e temáticas inerentes a esta, bem como, os programas de reabilitação aplicados têm suscitado grande controvérsia. A presente dissertação pretende efectuar uma revisão da literatura no âmbito da luxação traumática do joelho, procurando esclarecer alguns dos pontos de debate, assim como, efectuar a análise comparativa das diversas modalidades de tratamento. Métodos: Foram pesquisados nas bases Cochrane, E-medicine, LILACS, Medline, Pubmed, Uptodade e na biblioteca electrónica conjunta da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e do Hospital de São João no Porto (Portugal), entre Janeiro de 1950 e Fevereiro de 2008, artigos publicados usando a palavra-chave “knee dislocation”. Após três fases de avaliação dos artigos, foram seleccionados 17 estudos para a presente análise. Resultados: Os estudos apontam para a divergência dos procedimentos terapêuticos. Os parâmetros com resultados favoráveis foram: a abordagem cirúrgica, o tempo cirúrgico inferior a três semanas e a realização da reconstrução de ambos os ligamentos cruzados. A reparação directa dos ligamentos cruzados foi não recomendada. A complicação mais relevante foi a artrofibrose. Conclusão: A luxação do joelho é uma situação rara, mas grave. Na avaliação do estado vascular deve recorrer-se à arteriografia de modo selectivo. O diagnóstico e tratamento correctos e atempados, conduzem a um melhor prognóstico. A redução da luxação deve ser imediata. Em indivíduos jovens e/ou activos, a modalidade cirúrgico é preferido. No entanto, ainda permanecem dúvidas em relação ao tratamento. A reabilitação com início precoce está recomendada.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/733
Aparece nas colecções:FCS - DCM | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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