Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/737
Título: A rifaximina no tratamento da encefalopatia hepática
Autor: Aleixo, Sérgio David Soares
Palavras-chave: Encefalopatia hepática
Encefalopatia hepática - Diagnóstico
Encefalopatia hepática - Tratamento
Encefalopatia hepática - Rifaximina
Encefalopatia hepática - Terapias emergentes
Encefalopatia hepática - Antibióticos orais
Falência hepática
Data de Defesa: Jun-2010
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: A encefalopatia hepática é uma síndrome neuropsiquiátrica associada à falência hepática aguda ou crónica, que tem apresentações clínicas muito variáveis, mas que afecta de uma forma limitativa e grave o dia-a-dia dos doentes, a sua vida relacional e a família globalmente. A sua patogénese é multifactorial e não completamente esclarecida, mas a amónia desempenhará um papel fulcral na sua etiopatogenia. Ao longo dos anos têm sido testadas várias opções terapêuticas, mas com resultados pouco animadores. A lactulose pela sua acção catárctica e alterações bioquímicas do lúmen intestinal, continua a ser o agente mais usado, embora nem sempre com os resultados esperados. Os antibióticos orais, ao actuar sobre a flora bacteriana intestinal produtora de amónia, foram sendo usados na encefalopatia, mas devido aos efeitos secundários foram progressivamente abandonados. Mas o surgimento da rifaximina, um derivado semi-sintético da rifamicina, com características ideais em termos de actuação ao nível do intestino, foi testado em várias situações com resultados muito promissores. As propriedades singulares deste antibiótico, associadas a efeitos secundários mínimos, foram usadas com êxito no tratamento da encefalopatia hepática. Nos Estados Unidos, a rifaximina está disponível desde 2004, mas a aprovação da sua indicação na encefalopatia hepática ocorreu recentemente, em Março de 2010, após múltiplos estudos controlados, e com resultados que justificaram essa introdução no mercado americano. Em Portugal dispomos da rifaximina desde Outubro de 2009, tendo sido aprovada a comparticipação para o tratamento da diarreia infecciosa aguda não-invasiva. Perante a pertinência e actualidade destes dados, e tratando-se de uma patologia com resultados pouco satisfatórios com as múltiplas terapêuticas tradicionalmente em uso, pretendeu-se rever os estudos que avaliaram as múltiplas opções no tratamento da encefalopatia hepática, confrontar com a rifaximina, actualmente já disponível em Portugal, e alertar para a existência desta nova arma terapêutica ao dispor da comunidade médica portuguesa.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/737
Aparece nas colecções:FCS - DCM | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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