Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/743
Título: Estudo imunohistoquímico do Ki-67 em adenocarcinomas do cólon
Outros títulos: correlação entre a expressão do Ki-67 e a diferenciação tumoral
Autor: Agostinho, Catarina Sofia Freire
Palavras-chave: Adenocarcinoma do cólon
Adenocarcinoma do cólon - Proliferação tumoral
Adenocarcinoma do cólon - Diferenciação tumoral
Adenocarcinoma do cólon - Imunohistoquímica
Data de Defesa: Mai-2010
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Introdução: O estudo do comportamento dos tumores constitui actualmente uma área de grande interesse, pela sua importância no estabelecimento de prognósticos e tratamentos adequados a cada doente. A diferenciação e a proliferação tumoral constituem factores que podem ser úteis na caracterização dos adenocarcinomas do cólon. O facto de o Ki-67 ser um proteína que está presente exclusivamente na fase activa da célula faz dele um bom marcador de proliferação celular. A sua utilização nos adenocarcinomas do cólon foi ainda pouco estudada, sendo os resultados pouco consensuais no que toca à relação entre a proliferação tumoral, determinada pelo Ki-67, e a diferenciação. Este estudo constitui um contributo para esse esclarecimento. Objectivos: Observar e descrever a possível correlação entre a expressão imunohistoquímica do marcador de proliferação tumoral Ki-67 e o grau de diferenciação histológica de adenocarcinomas do cólon. Materiais e métodos: Foram estudados 62 casos de adenocarcinomas do cólon que foram excisados cirurgicamente entre 2001 e 2003 no Centro Hospitalar Cova da Beira. O processamento histológico decorreu segundo procedimento de rotina com hematoxilina-eosina, e a classificação histológica dos tumores foi feita segundo os critérios da Organização Mundial de Saúde. A avaliação da expressão imunohistoquímica do Ki-67 foi realizada utilizando-se o anticorpo monoclonal dirigido ao antigénio Ki-67 humano, MIB-1. Com base na detecção do anticorpo primário com o método de estreptavidina-biotina marcada, e através da diaminobenzidina como cromogéneo, os locais reconhecidos pelo anticorpo primário foram assim marcados e visualizados em cor castanha. A classificação da marcação foi realizada segundo a intensidade e a quantidade de células marcadas. Resultados: Dos 62 adenocarcinomas, 5 (8,06%) eram bem diferenciados, 55 (88,70%) moderadamente diferenciados e 2 (3,23%) pouco diferenciados, não tendo existido nenhum caso classificado como indiferenciado. Os adenocarcinomas pouco diferenciados apresentavam ambos 50 a 75% das células coradas com intensidade “++”. Dos bem diferenciados, um foi Ki-67 negativo, sendo os restantes quatro positivos com diferentes quantidades e intensidades. Os adenocarcinomas moderadamente diferenciados foram em 61,82% dos casos negativos para o Ki-67. Existiu coincidência entre a intensidade “+++” e a quantidade de células imunomarcadas máxima observada (50 a 75%) em 38,09% dos adenocarcinomas moderadamente diferenciados. Conclusão: Não foi possível estabelecer uma correlação entre a diferenciação histológica e a proliferação do tumor determinada pela presença da proteína Ki-67.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/743
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