Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/750
Título: Qualidade de vida dos médicos :
Outros títulos: estudo exploratório no Centro Hospitalar da Cova da Beira
Autor: Barros, Ana Sofia Barros de
Palavras-chave: Médico - Qualidade de vida profissional - Ambiente hospitalar
Médico - Satisfação profissional - Ambiente hospitalar
Data de Defesa: Mai-2010
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: Introdução: A qualidade dos serviços prestados pelas organizações relaciona-se directamente com a satisfação dos profissionais que a integram. Existe uma grande preocupação com a qualidade dos serviços prestados à população e o grau de satisfação do utente. No entanto, pouca atenção é dada à satisfação dos trabalhadores e à sua qualidade de vida, apesar de ser hoje conhecido que o bem-estar laboral influi na efectividade do trabalho. Objectivos: Conhecer a percepção da qualidade de vida profissional (QVP) dos médicos do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB); compreender os factores que influem na variabilidade da QVP; entender a situação actual como fonte de informação sobre a percepção da QVP global; propor estratégias para melhorar a qualidade de vida dos médicos. Materiais e Métodos: Aplicou-se um questionário constituído por duas partes, a primeira englobava variáveis sócio-demográficas e laborais e a segunda correspondia ao Questionário de Qualidade de Vida Profissional Global Percebida (QVP-35) que consta de 35 questões e valoriza três dimensões, apoio directivo, sobrecarga no trabalho e motivação intrínseca. Para a análise estatística, recorreu-se ao programa estatístico SPSS. Resultados: A média global da QVP foi de 6,20. No que consta às suas três dimensões globais, por ordem decrescente de pontuação, temos a motivação intrínseca (7,83), o apoio directivo (5,54) e a sobrecarga no trabalho (5,47). As três respostas com média superior foram “O meu trabalho é importante para a vida de outras pessoas” (8,91 IC a 95% de 8,62-9,20), “Sinto-me orgulhoso do meu trabalho” (8,47 IC a 95% de 8,07-8,87) e “Estou capacitado para fazer o meu actual trabalho” (8,36 IC a 95% de 7,98-8,74) e as três respostas com média inferior foram “Possibilidade de promoção” (3,02 IC a 95% de 2,38-3,66), “Tenho conflitos com outras pessoas do meu trabalho” (3,15 IC a 95% de 2,44-3,85) e “Desconforto físico no trabalho” (3,89 IC a 95% de 3,12-4,66). Discussão: Não foram encontradas diferenças significativas em relação às variáveis sexo, serviço e departamento mas algumas diversidades baseiam-se na idade, no tempo de serviço e na presença de cargos de chefia e de realização ou não de urgências. A qualidade de vida global percebida pelos médicos do CHCB é “bastante boa”. Apesar da sobrecarga no trabalho, os médicos sentem motivação e apoio dos colegas para enfrentar as adversidades a que todos os dias são submetidos.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/750
Aparece nas colecções:FCS - DCM | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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