Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/799
Título: Contribuição do GDNF para a neuroprotecção exercida pelo estrogénio:
Outros títulos: estudo num modelo animal da doença de Parkinson
Autor: Fonseca, Ana Paula da Silva
Orientador: Baltazar, Graça Maria Fernandes
Palavras-chave: Estrogénios
Estrogénios - Factor neurotrófico - GDNF
Estrogénios - Neuroprotecção - GDNF
Estrogénios - Doença de Parkinson
Data de Defesa: Jun-2010
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: A doença de Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum, depois do Alzheimer, e caracteriza-se principalmente pela perda progressiva de neurónios dopaminérgicos na Substantia Nigra. Numerosos trabalhos reportaram a maior prevalência e incidência desta doença no sexo masculino, relativamente ao sexo feminino. Estudos envolvendo a reposição com estrogénios em ratos fêmea ovariectomizados, atribuíram esta diferença de incidências ao efeito neuroprotectivo do estrogénio. No entanto, o grau de protecção exercida por níveis fisiológicos desta hormona permanece desconhecido. Os estrogénios também têm sido implicados na regulação da expressão de factores neurotróficos, o que pode estar na origem dos seus efeitos neuroprotectores. O factor neurotrófico derivado de uma linha de células da glia (GDNF) é um dos factores neurotróficos regulados pelo estrogénio, que foi implicado na neuroprotecção e regeneração na via nigroestriatal, actuando como um potente factor de sobrevivência para os neurónios dopaminérgicos, que são alvo de degeneração na doença de Parkinson. De forma a esclarecer o papel dos níveis endógenos de estrogénio na protecção da via nigroestriatal, utilizámos como modelo da doença de Parkinson a 6-hidroxidopamina, e estudámos de que forma a remoção dos ovários em fêmeas férteis interferiu com a extenção da lesão dopaminérgica induzida pela toxina. As fêmeas Wistar foram ovariectomizadas e 3 semanas após a cirurgia os animais foram injectados estereotaxicamente, no estriado, com 6-hidroxidopamina. A extensão da lesão foi avaliada através da contagem de células que expressavam o marcador dopaminérgico tirosina hidroxilase, por imunohistoquimica, assim como pelos níveis de expressão desta proteína, por western blot, tanto na Substantia Nigra como no estriado. Os níveis plasmáticos de estradiol também foram quantificados. De forma a determinar a a existência de relação entre os níveis de estradiol, a expressão de GDNF e a extensão da lesão dopaminérgica, também foi estudada a expressão do factor neurotrófico GDNF. Os nossos resultados sugerem fortemente que o estrogénio produzido endogenamente, assim como o GDNF, estão associados com níveis aumentados de tirosina hidroxilase estriatal, um marcador de sobrevivência da célula dopaminérgica.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/799
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