Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/814
Título: Tratamento da anemia ferropénica : estado da arte e prática clínica na Beira Interior
Autor: Martins, Mariana Filipa Matos
Palavras-chave: Anemia ferropénica
Anemia ferropénica - Tratamento
Hepcidina
Metabolismo do ferro
Ferro - Terapia de reposição
Ferro - Terapia de manutenção
Data de Defesa: Jun-2010
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: A deficiência de ferro e a anemia ferropénica constituem um problema nutricional comum, afectando, aproximadamente, 2 biliões de pessoas em todo o Mundo. O objectivo deste estudo foi avaliar qual a situação real na Beira Interior quanto ao tratamento da anemia ferropénica. Ao longo desta dissertação procurou-se igualmente actualizar conhecimentos sobre as novas descobertas em relação à patogénese desta anemia, abordando o papel da hepcidina como proteína interveniente na regulação do metabolismo do ferro bem como os testes recentemente descritos para o diagnóstico de anemia por deficiência de ferro – receptores séricos da transferrina, protoporfirina de zinco eritrocitária e conteúdo de Hb reticulocitária. Este estudo retrospectivo consistiu na aplicação de um questionário anónimo onde constam perguntas referentes à caracterização da amostra - especialidade de cada médico inquirido, respectivo ano de término da especialidade e local de exercício de profissão – e questões relativas ao conhecimento e administração dos suplementos de ferro, suas formulações e dosagens, assim como sobre os critérios aplicados quanto à duração e fim do tratamento. Com uma amostra total de 51 médicos concluiu-se que não há concordância de critérios entre os especialistas da Beira interior quanto à opção terapêutica em relação às questões formuladas. Desta forma, a maioria dos inquiridos referiu conhecer e utilizar mais frequentemente o sulfato ferroso + ácido fólico, 96,1% e 82,4%, respectivamente; preferindo a formulação em comprimidos (35,3%); prescrevendo este composto na dose terapêutica mas o mesmo não acontecendo para vários dos demais compostos; afirmando ainda tratar uma anemia moderada durante um período de tempo de 3 a 6 meses mas sem correcta avaliação de fim do tratamento. Os nossos resultados evidenciam que, de uma forma geral, a anemia ferropénica está a ser relativamente bem tratada na Beira Interior apesar de se terem constatado algumas deficiências na posologia prescrita.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/814
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