Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/818
Título: Complicações da pancreatite aguda
Autor: Malaquias, Ana Rita Santos Patrício
Palavras-chave: Pancreatite
Pancreatite aguda
Necrose pancreática
Ascite pancreática
Veia esplénica - Trombose
Pancreatite aguda - Terapêutica
Data de Defesa: Ago-2008
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: A pancreatite aguda define-se como um processo inflamatório do pâncreas e a sua incidência tem aumentado mas últimas décadas, em vários países. Apesar do processo patológico poder ser limitado ao pâncreas, a chamada pancreatite aguda ligeira, também pode condicionar envolvimento local e sistémico. Um episódio de pancreatite aguda grave tem uma taxa de mortalidade elevada e a sua abordagem correcta é ainda alvo de controvérsia. O conhecimento limitado da fisiopatologia e a multi-causalidade da doença dificultam o seguimento e a terapêutica. A estratificação do risco, com identificação precoce dos sinais de gravidade é fulcral para a correcta abordagem terapêutica do episódio. Este trabalho tem como objectivo fazer uma revisão das complicações associadas à pancreatite aguda e recolher a informação mais actualizada acerca da sua correcta abordagem. Para isso, foi realizada uma revisão bibliográfica, utilizando obras de referência nas áreas da Cirurgia Geral e Medicina Interna e bases de dados electrónicas, como Pubmed, Medscape e Cochrane library. Têm sido propostas novas terapêuticas para a abordagem inicial da pancreatite aguda, mas os resultados têm sido desanimadores. A pancreatite aguda grave implica envolvimento loco-regional e/ou sistémico. Os pulmões são o órgão mais frequentemente atingido e a falência multi-orgânica é responsável por grande parte das mortes devido a pancreatite aguda. As complicações loco-regionais incluem colecções líquidas agudas, necrose pancreática, pseudoquistos, abcessos, ascite e fístulas pancreáticas, trombose da veia esplénica e pseudoaneurismas. Com o desenvolvimento de novas técnicas, tratamentos alternativos estão a ser propostos e velhos paradigmas começam a ser abandonados. As técnicas radiológicas e endoscópicas surgem como opções terapêuticas de primeira linha, mas recomendações consensuais para o seu uso são ainda limitadas a algumas situações. Este trabalho defende a necessidade de mais estudos para a optimização do tratamento da pancreatite aguda complicada.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/818
Aparece nas colecções:FCS - DCM | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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