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Título: Cefaleias na infância e adolescência : a enxaqueca migranosa e a cefaleia do tipo-tensão
Autor: Rodrigues, Madga Filipa Monteiro
Palavras-chave: Cefaleia - Crianças
Cefaleia - Adolescentes
Enxaqueca migranosa
Cefaleia tipo-tensão - Aspectos psicológicos
Comorbilidade psiquiátrica
Data de Defesa: 2008
Editora: Universidade da Beira Interior
Resumo: O aumento gradual das cefaleias na população infanto-juvenil tem vindo a ser demonstrado em estudos transversais, facto que justifica o interesse crescente por esta condição neurológica. Também a OMS preconiza que a Cefaleia, nos dias de hoje, constitui-se como uma das situações mais comuns em Neurologia, assumindo por vezes um carácter crónico, que se equipara a qualquer doença crónica associada a dor. Nesta dissertação de mestrado pretende-se abordar a temática de forma integrada, reunindo conceitos validados e actualizados, mediante o estado da arte actual da Medicina, nesta área. Para tal, parte-se de uma contextualização/ enquadramento teórico, que foca alguns aspectos históricos das cefaleias, dados epidemiológicos da incidência e prevalência dos principais tipos de cefaleia- a Enxaqueca Migranosa (EMi) e a Cefaleia do Tipo-Tensão (CTT)-, principais dificuldades diagnósticas existentes,importância das alterações trazidas pela ICHD-II; peculiaridades da doença nesta população relativamente à pessoa adulta, bem como se faz uma incursão por aspectos sociais e psicológicos. Estudos de prevalência mostram que entre os 7 e os 15 anos a EMi ocorre em 4 a 11% em ambos os sexos, variando, na infância e adolescência de 3,3% a 17% no género feminino e de 2,7% a 12,2% no género masculino.Relativamente à CTT, menos estudada, estima-se que a sua prevalência se situe entre 11% a 72%. São seguidamente descritos os objectivos do trabalho e a metodologia utilizada. O quadro conceptual que orientou a pesquisa bibliográfica subdivide-se, sumariamente, nas vertentes clínica – da anamnese ao diagnóstico diferencial-; aspectos psicológicos, comorbilidades e qualidade de vida; terapêutica – aspectos do tratamento farmacológico - ; novas abordagens no tratamento não-farmacológico, incidindo sobre a Terapia Cognitivo-Comportamental e dados recentes promissores sobre a Acupunctura em crianças. É, ainda, abordado o efeito placebo, factor relevante a ser considerado e com implicações nos resultados terapêuticos. Por fim, mostram-se evidências do prognóstico desta doença, mediante o tipo de cefaleia, e perspectivam-se, em jeito de conclusão, algumas considerações para resultados futuros e as áreas em que a investigação tem ainda passos a dar.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/846
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