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dc.contributor.advisorSchouten, Maria Johanna Christina-
dc.contributor.authorTeodósio, Ana Isabel Silveira-
dc.date.accessioned2014-03-26T14:39:26Z-
dc.date.available2014-03-26T14:39:26Z-
dc.date.issued2013-10-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.6/1648-
dc.description.abstractCom este trabalho pretende-se percecionar, numa população em estudo, qual das técnicas de coping, social (não religioso) e/ou religioso, é a mais utilizada para se ultrapassar o luto após viuvez, bem como perceber se as mesmas são influenciadas ou não pelas diferentes variáveis sócio-demográficas. Aplicou-se um questionário a um grupo de 60 idosos que passam ou passaram por um processo de luto após viuvez. O mesmo é constituído por três partes, a primeira avaliava variáveis sócio-demográficas, a segunda, baseada no questionário QSL (este permite perceber as mudanças e transformações que ocorrem na vida das pessoas em luto) e, a terceira baseiase no questionário CASQ (este visa a construção de um instrumento que possibilita avaliar o coping de forma ampla e em diversas áreas, permite portanto avaliar tendências na utilização de determinadas estratégias de coping quando frente a situações de stress). Dos 60 idosos, 51 são do sexo feminino (85%) e 9 do sexo masculino (15%). 90% está viúvo (a) há mais de 2 anos, apenas 1,7% está viúvo (a) entre 6 meses e 1 ano e, 3,3% está viúvo (a) entre 0 e 6 meses. Após análise estatística dos dados obtidos nos questionários extraíram-se os seguintes resultados, tendo sempre em conta um nível de significância de 0,05: a maioria dos idosos (66,6%) viúvos há menos de um ano, quando questionados sobre como estavam a lidar com a perda, responde que é muito difícil mas está a sobreviver e, os viúvos há mais de 1 ano, a maioria (60%) afirma que nunca se irá sentir melhor e não quer recomeçar a vida. Os 60 idosos quando inquiridos sobre se as suas relações com os outros tinham mudado após a perda, tendem a referir que não há alterações e, apresentam os seguintes resultados: 61,7% refere que não, de modo algum; 35% afirma que sim, para melhor e, apenas 3,3% diz que sim mas para pior. E por ultimo, relativamente à questão “a experiência de dor pela qual passou alterou a sua forma de estar na vida?” a maioria (45%) dos idosos indica que não, de modo algum; 23,3% afirma que sim, para melhor e, 31,7% indica que sim mas para pior. Posteriormente, através de uma análise factorial foi possível extrair dois fatores, o que confirmou a existência de apenas dois tipos de coping (coping social e religioso). Verificou-se ainda, que o coping religioso não interfere no processo de luto. Quanto ao coping social, este também não interfere no processo de luto e, a experiência de dor pela qual os idosos inquiridos passaram não alterou a forma de estarem na vida.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade da Beira Interiorpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectGerontologiapor
dc.subjectPsicologia da saúde - Terceira idadepor
dc.subjectCoping - Idoso viúvopor
dc.subjectCoping - Idoso - Lutopor
dc.subjectCoping religiosopor
dc.subjectCoping socialpor
dc.titleLuto na terceira idade após viuvezpor
dc.typemasterThesispor
degois.publication.locationCovilhãpor
dc.peerreviewedyespor
dc.identifier.tid201272300-
Aparece nas colecções:FCS - DCM | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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