Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/3353
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dc.contributor.advisorTravassos, Bruno Filipe Rama-
dc.contributor.authorQuelhas, Paulo-
dc.date.accessioned2015-05-15T10:38:45Z-
dc.date.available2015-05-15T10:38:45Z-
dc.date.issued2013-06-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.6/3353-
dc.description.abstractAnalisando o programa educativo das escolas e os modelos competitivos da Federação Portuguesa de Futebol, verificamos que, o ensino do jogo de futebol transita bruscamente de uma organização formal de 7x7, nos escalões de infantis (2º ciclo), para o jogo formal de futebol 11x11 nos iniciados (3º ciclo). Sabendo da importância da organização estrutural adotada no ensino do jogo nas escolas e em contexto de clube, é objetivo deste trabalho realizar um estudo comparativo entre o FUT 9 e o FUT 11, verificando se existem, para os jovens praticantes, vantagens na prática competitiva de um em relação ao outro. Neste estudo iremos apenas focar a nossa atenção na diferença existente entre o número de intervenções que os jovens têm sobre a bola quando praticam FUT 9 e FUT 11. Para tal, foi realizado um jogo de FUT 9 e outro de FUT 11, com uma semana de intervalo, no mesmo campo e com os mesmos intervenientes. Através de uma grelha de registo notacional das ações, os jogos foram analisados para a identificação do número de ações realizadas por cada equipa no decorrer do mesmo. Os resultados obtidos mostram que, apesar de no FUT 9 os jogadores apresentarem tendencialmente mais intervenções sobre a bola, estas diferenças apenas foram significativas para o número de passes e receções. No entanto, ao analisarmos os jogos tendo em atenção o número de jogadores intervenientes no FUT 9 e no FUT 11, verificamos que, em média, cada jogador num jogo de FUT 9 tem mais 44% de intervenções sobre a bola que num jogo de FUT 11. Analisando as diferentes ações dos jovens jogadores pudemos constatar que estas diferenças, em média, se situam: Entre 10 e 16% mais de intervenções de cabeça (defensivas e ofensivas); entre 30 a 40% mais Passes Longos e Remates; acima de 50% mais de Passes curtos, Receções, Dribles 1x1, Conduções de bola, Lançamentos de linha lateral e Cantos; os jovens guarda-redes foram chamados a intervir no jogo em média mais 60% das vezes. Em conclusão, podemos afirmar que apenas comparando a prática do FUT 9 com o FUT 11, pela vertente do fator “intervenções sobre a bola” e os benefícios daí resultantes para os jovens na aquisição de habilidades para jogar, concluímos que se justifica a prática do FUT 9 como etapa intermédia de transição entre o FUT 7 e o FUT 11.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectEducação físicapor
dc.subjectFutebol - Ensinopor
dc.subjectFutebol juvenilpor
dc.subjectFutebol de 9por
dc.subjectFutebol de 11por
dc.subjectDesportos colectivospor
dc.titleImplicações da prática de futebol de 11 e de 9 para a formação de jovens em idade escolarpor
dc.typemasterThesispor
thesis.degree.disciplineCiências do Desportopor
thesis.degree.levelMestrepor
thesis.degree.nameMestrado em Ensino de Educação Física nos Ensinos Básico e Secundáriopor
Aparece nas colecções:FCSH - DCD | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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