Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.6/6239
Título: De que falamos quando falamos de espiritualidade?
Outros títulos: Um ramalhete de sentidos
Autor: Rosa, José Maria Silva
Palavras-chave: Espiritulidade
Vida Interior
Contemplação
Mística do quotidiano
Data: 2004
Editora: Metanoia - Movimento Católico de Profissionais
Citação: Rosa, José Maria Silva, «De que falamos quando falamos de espiritualidade? Um ramalhete de sentidos», In Viragem nº46 (2004/Jan.-Abr.), pp. 24-31.
Resumo: O que chamamos «espiritualidade», apesar da grande flutuação de sentidos e da sua diversidade histórico-cultural, pode apresentar alguns traços objectivos. A espiritualidade, não enquanto discurso, mas como actividade, está muito mais próxima do regime artístico ou sapiencial do que de um saber universal. Uma das características mais extraordinária das mulheres e dos homens realmente espirituais é sua quase provocadora simplicidade, o modo intenso como vivem e sofrem o que para outros é banal, o quotidiano, rotineiro e aí mesmo descobrem energias de transfiguração.
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.6/6239
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