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dc.contributor.authorCardoso, Maria da Graça Pereira-
dc.date.accessioned2013-01-16T12:49:00Z-
dc.date.available2013-01-16T12:49:00Z-
dc.date.issued2011-05-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.6/913-
dc.description.abstractIntrodução: A Esquizofrenia é uma doença mental grave, que, normalmente atinge as pessoas na adolescência ou no início da idade adulta, deixando a maioria delas, incapaz de retomar a sua vida normal. Esta é caracterizada, fundamentalmente, pela presença de sintomas positivos e sintomas negativos. O psicoticismo é caracterizado por sintomas que normalmente não estão presentes como alucinações e delírios. Por outro lado, os sintomas negativos correspondem a ausência de comportamentos normalmente presentes, como embotamento do afecto, apatia, diminuição da capacidade de concentração, pobreza do discurso e do pensamento, incoerência e exclusão social. Os sintomas negativos contribuem significativamente para a morbilidade a longo prazo bem como para o funcionamento deficitário que estes doentes apresentam. O tratamento padrão para esta doença é a administração de anti-psicóticos de 1ª ou 2ª geração, divergindo estes no facto dos últimos apresentarem fraco potencial de induzirem SEP bem como de serem superiores no tratamento dos sintomas negativos. No entanto, a eficácia destes últimos sobre os sintomas negativos bem como a sua superioridade relativamente aos de 1ª geração é ainda muito controversa. Objectivos: Com este trabalho pretende-se determinar e comparar a prevalência de sintomas negativos e quais os mais prevalentes em doentes com Esquizofrenia tratados com anti-psicóticos de 1ª e 2ª geração, em toma regular, há pelo menos 6 meses. Métodos: Tratou-se de um estudo de coorte retrospectivo, com uma amostra de conveniência de 50 doentes com o diagnóstico de Esquizofrenia, seguidos nas consultas do DPSM-CHCB. Aplicou-se a dimensão negativa da escala PANSS, bem como um questionário para a obtenção de dados relativos a variáveis sócio-demográficas e clínicas. Resultados: A amostra é composta maioritariamente por indivíduos do sexo masculino, solteiros, reformados ou desempregados, com baixo nível de escolaridade. A maioria apresenta o subtipo de Esquizofrenia Paranóide e registo de múltiplos internamentos. Todos eles encontravam-se, à data da entrevista, em tratamento com anti-psicóticos, regularmente, há mais de 6 meses. Verificou-se, em média, um score da PANSS mais alto para os indivíduos em tratamento regular apenas com anti-psicóticos convencionais ou mistos, relativamente aos indivíduos em tratamento apenas com anti-psicóticos de 2ª geração. Verificou-se ainda que os anti-psicóticos atípicos obtiveram melhor score em todos os domínios da PANSS. Conclusão: Há diferenças em relação aos dois grupos de anti-psicóticos, tanto no geral como ao nível de todos os itens do domínio negativo da PANSS, apesar de todas as limitações. Conclui-se ainda que a tratamento dos sintomas negativos depende não só do tratamento farmacológico como também de todo o apoio tanto a nível familiar como psicossocial, entre outros.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade da Beira Interiorpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectEsquizofreniapor
dc.subjectEsquizofrenia - Sintomas negativospor
dc.subjectEsquizofrenia - Anti-psicóticos - Tratamentopor
dc.titlePapel dos anti-psicóticos típicos vs atípicos na sintomatologia negativa da esquizofreniapor
dc.typemasterThesispor
degois.publication.locationCovilhãpor
dc.peerreviewedyespor
Aparece nas colecções:FCS - DCM | Dissertações de Mestrado e Teses de Doutoramento

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