Branco, Maria Luísa Frazão RodriguesGouveia, Rita Alexandra da Costa2014-11-062014-11-0620102010http://hdl.handle.net/10400.6/2576O presente estudo pretende dar um contributo para uma reflexão em torno das representações da Saúde Mental, nomeadamente acerca da existência ou não de evolução, dado o impacto que tais representações têm na vida do doente mental e seus familiares. Para tal, procedeu-se à análise e comparação da opinião de sujeitos pertencentes a 2 gerações distintas, familiares de pacientes acompanhados na consulta externa de Psicologia do Hospital Garcia de Orta, face à saúde mental. Para a sua concretização e assumindo um carácter qualitativo, a informação foi recolhida por meio de entrevistas semi-estruturadas, que foram posteriormente analisadas com recurso à análise de conteúdo. Os resultados obtidos revelam que a pessoa portadora de perturbação psiquiátrica, mediante crenças erróneas, medo e falta de conhecimento acerca das doenças mentais por parte da sociedade, continua a ser estigmatizada e discriminada, o que vai de encontro à informação presente e consultada na literatura, concluindo-se que não tem havido evolução significativa na representação da Saúde Mental.porSaúde mentalRepresentações sociaisRepresentações da saúde mental: a perspectiva de duas geraçõesmaster thesis