Alves, Ana Sofia RuivoMarques, Diogo Luís Sequeira TorgalNeves, Pedro Miguel Pombo2026-02-252026-02-252026-01-21http://hdl.handle.net/10400.6/19911Warm-up in resistance training is essential to improve performance of practitioners. However, gaps remain in selecting the optimal warm-up protocol for resistance training. Alongside warm-up, re-warm-up is also an underexplored topic in this context. The present thesis seeks deepening understanding of how different warm-up and re-warmup strategies influence mechanical performance during resistance training. To achieve these objectives, five studies were conducted: i) a review about warm-up and re-warmup during resistance training; ii) interpretation and discussion of usual practices among strength coaches and practitioners in Portugal; iii) a comparison of two warm-up strategies (specific warm-up vs. general plus specific warm-up); iv) the effect of re-warmup on bench press and squat performance during resistance training; v) individual variability on response to the re-warm-up. The results showed that i) no prior studies have addressed re-warm-up’s effect on dynamic strength performance in resistancetrained individuals; ii) adherence to general and specific warm-up protocols was high (> 93 %), yet intra-session re-warm-up was seldom used (< 20 %); iii) no mechanical or psychophysiological differences emerged when combined general and specific warm-up or even specific warm-up were used during resistance training; iv) re-warm-up significantly enhanced mean propulsive velocity and power in the squat exercise, but not in the bench press exercise,; v) stronger, taller, and heavier athletes were reported to be more likely to respond positively to the re-warm-up protocol. Across these five developed studies, it was suggested that both specific warm-up and combined general and specific warm-up protocols can properly prepare athletes, once the selection of warm-up should consider the available time to perform the resistance training and the individuals’ purposes. The re-warm-up during resistance training, although little used, shows promise and appears to benefit stronger, taller, and with higher body mass individuals, further reinforcing the importance of personalized protocols.O aquecimento no treino de força revela-se fundamental na melhoria do desempenho dos seus praticantes. No entanto, ainda existem algumas lacunas a respeito da escolha do aquecimento ideal para a prática do treino de força. A par do aquecimento, também o reaquecimento é um tema pouco estudado neste tipo de treino. A presente tese visa aprofundar o conhecimento sobre como diferentes estratégias de aquecimento e reaquecimento influenciam o desempenho mecânico em exercícios de treino de força. Para concretizar estes objetivos foram realizados cinco estudos: i) uma revisão sobre a prática de aquecimento e reaquecimento durante o treino de força; ii) levantamento de práticas de aquecimento e reaquecimento por parte de praticantes e treinadores de força em Portugal; iii) comparação de duas estratégias de aquecimento (aquecimento específico vs. aquecimento geral seguido de aquecimento específico); iv) efeito do reaquecimento durante o treino de força realizado com os exercícios de supino e agachamento; v) variabilidade individual na resposta ao reaquecimento. Os resultados indicaram que i) não existem estudos que abordem o efeito do reaquecimento sobre o desempenho de força dinâmica em indivíduos treinados; ii) as práticas usuais revelam elevada adesão ao formato de aquecimento geral e específico (> 93 %), mas escassa utilização de reaquecimento intra-sessão (< 20 %); iii) não se observaram diferenças em variáveis mecânicas ou psicofisiológicas entre a realização de aquecimento geral e específico combinado ou realização de aquecimento somente específico num treino de força; iv) o reaquecimento melhora significativamente a velocidade média propulsiva e a potência no agachamento, mas não no supino; v) praticantes mais fortes, altos e pesados apresentam maior probabilidade de responder positivamente ao protocolo de reaquecimento. Assim, os trabalhos desenvolvidos sugerem que estratégias de aquecimento incluindo somente a componente específica ou adicionando uma componente mais geral poderão preparar adequadamente os praticantes, sendo que a escolha deve considerar o tempo disponível e os objetivos individuais. O reaquecimento durante o treino de força, apesar de pouco usado, mostra-se promissor e parece beneficiar indivíduos mais fortes, altos e com maior massa corporal, reforçando ainda a importância de protocolos personalizados.engAquecimentoReaquecimentoForçaVelocidadePotênciaWarm-upRe-warm-upStrengthVelocityPowerEnhancing Mechanical Outcomes in Resistance Training: The Impact of Different Warm-Up and Re-Warm-Up Strategiesdoctoral thesis101634706