Percorrer por autor "Correia, Nathalie Teixeira Laranjeira"
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- Comércio de ModaPublication . Correia, Nathalie Teixeira Laranjeira; Miguel, Rui Alberto LopesEstamos perante uma sociedade cada vez mais acelerada e a tendência é para se intensificar ainda mais. A indústria da moda é um dos setores onde este aceleramento é mais notado, o qual arrastou com ele muitas mudanças a todos os níveis. Este trabalho de investigação tem como objetivo analisar uma das grandes tendências que se tem verificado no sector da moda e que, pela sua dimensão e implicações, tem sido motivo de preocupação. Trata-se do redimensionamento e relocalização das lojas físicas, em virtude da evolução das ordens económica e geopolítica mundiais e regionais, ao avanço da tecnologia e dos correspondentes comportamento e lifestyle dos consumidores. Assim, esta dissertação pretende analisar e entender qual poderá ser o futuro das lojas físicas face a estes fatores, considerando como muito importante o crescimento das lojas virtuais. Os objetivos que se procuram alcançar são: o esclarecimento de alguns conceitos que incorporam este tema; as vantagens e desvantagens de ambos nos respetivos canais de distribuição; de que forma os espaços físicos de moda se estão a adaptar às novas realidades tecnológicas, assim como aos diferentes consumidores e preferências de consumo e quais as tendências e estratégias futuras para competirem com o crescimento das lojas virtuais. O desenrolar da investigação, através do estudo de referências bibliográficas e de casos reais, bem como da análise da relação entre ambos, permitiu concluir que o comércio digital continuará a crescer, no entanto, o comércio físico continuará a manter a sua importância. Foi possível observar que existem, na verdade, exemplos de marcas de moda que começaram por atuar apenas no canal online e que encontraram razões para apostar também no físico. Assim como, marcas que sempre atuaram apenas através do físico, perceberam a vantagem do canal online, o que vai de encontro ao estudo da bibliografia, onde foi possível entender que os canais não devem competir entre si, pelo contrário, devem complementarem-se de forma a conseguir uma estratégia omnichannel bem-sucedida.
