Percorrer por autor "Balola, Daniel Ferreira"
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- Cidades UNESCO: Método de Avaliação de Edificações nas Unidades de Execução (Elvas)Publication . Balola, Daniel Ferreira; Virtudes, Ana Lídia Moreira Machado Santos dasNa Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura assume grande importância a distinção de património dado o caráter cultural, histórico ou científico, legalmente protegido por tratados internacionais. São locais considerados de elevado interesse para a humanidade. Ora, a UNESCO cataloga, nomeia e conserva os locais de extraordinária importância cultural ou natural como património da humanidade, sob certas condições. Em Portugal existem cinco Centros Históricos classificados, Angra do Heroísmo, Guimarães, Évora, Porto e Elvas. Como esta dissertação irá demonstrar, uma particularidade de Elvas é a elevada percentagem de área classificada com o selo da UNESCO dentro do perímetro urbano (20%) quando comparada com as demais cidades classificadas. Guimarães e Porto correspondem a aproximadamente 1/20 de Elvas, e Évora e Angra do Heroísmo a cerca de 1/3. Daqui se conclui que Elvas é o exemplo de maior densidade de regras urbanísticas. Assim, o principal objetivo desta dissertação é analisar em relação às edificações, as ações previstas nas unidades de execução (UE) que emanam dos Planos de Pormenor em vigor na área património UNESCO de Elvas. Pretende-se verificar o grau de prioridade com que foram classificadas bem como o estado em que se encontra a realização das ações previstas. Para tal foi criado um método de avaliação, baseado numa ficha aplicada à totalidade das UE quer do PP do centro histórico quer do PP das Fortificações. Sistematizou-se ainda um conjunto de regras de edificação e reabilitação relativas a detalhes arquitetónicos e pormenores construtivos. Entre outras conclusões, verificou-se pela análise dos resultados da aplicação da ficha de avaliação, que no Plano de Centro Histórico a unidades de execução do tipo edificação que se encontram executadas correspondem 26,6 % e no Plano das Fortificações a 12%. De salientar ainda que a nível global, unidades de execução do tipo edificação e do tipo não edificação no Plano do Centro Histórico é de 36% e no Plano das Fortificações de 41%. Estas percentagens de execução são de modo geral aceitáveis, contudo poderia ser superior uma vez que os referidos Planos de Pormenor remontam a 2016.
