Percorrer por autor "Lopes, Diana Isabel Almeida"
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- Estudos de expressão da Enzima Conversora da Angiotensina I na Doença de AlzheimerPublication . Lopes, Diana Isabel Almeida; Granadeiro, Luiza Augusta Tereza Gil Breitenfeld; Patto, Maria da Assunção Morais e Cunha VazA presente dissertação foi realizada no âmbito da unidade curricular Estágio integrada no curso Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas e encontra-se dividida em três capítulos. O primeiro capítulo corresponde à componente de investigação realizada no Centro de Investigação em Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, o segundo é o relatório de estágio realizado em Farmácia Hospitalar e, por fim, o terceiro capítulo é o relatório de estágio realizado em Farmácia Comunitária. O primeiro capítulo é relativo à investigação desenvolvida e intitula-se de “Estudo dos polimorfismos da Enzima Conversora da Angiotensina I na Doença de Alzheimer”. A Doença de Alzheimer (DA) resulta da deposição de placas ß - amilóides extracelulares e emaranhados neurofibrilares intracelulares no cérebro que vão levar a uma redução de células cerebrais impedindo assim a comunicação cerebral. Isto leva a uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas. Uma das teorias defendida para a etiopatologia da doença reside na hipótese dos indivíduos com DA terem uma redução do fluxo sanguíneo cerebral e apresentarem algum grau de patologia vascular cerebral. Alterações na produção de fatores envolvidos na vasoregulação, tais como a endotelina 1 (ET-1) e enzima conversora da angiotensina I (ECA), ou aqueles envolvidos na angiogénese, tais como o fator de crescimento endotelial vascular podem constituir fatores de risco para a lesão cerebral isquémica crónica e demência associada. A ECA pode apresentar vários polimorfismos genéticos sendo um deles, o polimorfismo com base na inserção (I)/deleção (D) de uma sequência de DNA de 287 pares de base (sequência Alu). Este polimorfismo determina três genótipos: homozigótico para o alelo I (II), homozigótico para o alelo D (DD) e heterozigótico (ID) e está associado a uma série de doenças multifatoriais, incluindo a DA. Assim, segundo estudos anteriores, a ECA é importante para a agregação das placas ß – amilóides e, consequentemente, uma baixa atividade de ECA pode levar a um aumento das lesões neuronais, acumulação de placas ß - amilóides e portanto um maior risco de DA. O objetivo deste trabalho foi estudar a associação entre o polimorfismo I/D da ECA numa amostra de população portuguesa diagnosticada com a DA. Foi recolhida uma amostra de sangue e aplicada diretamente em papel de filtro. Posteriormente, realizou-se extração de DNA com Chelex 100®, seguindo-se amplificação do DNA em PCR e finalmente eletroforese em gel de agarose. Em conclusão, existe uma diferença estatisticamente significativa entre os indivíduos com DA e os indivíduos saudáveis e esta parece ser devido à diferença entre os sexos e presença ou ausência do alelo I. O segundo capítulo diz respeito ao relatório do estágio realizado em Farmácia Hospitalar e tem o intuito de elucidar as competências técnico-científicas adquiridas, as atividades por mim desenvolvidas e metodologias observadas ao longo do estágio em farmácia hospitalar. O estágio em farmácia hospitalar decorreu nos Serviços Farmacêuticos (SF) do Centro Hospitalar Cova da Beira (CHCB) e teve a duração de 8 semanas (320 horas, de 26 de janeiro a 21 de março de 2015). Neste capítulo estão enumeradas as várias valências onde o farmacêutico hospitalar pode estar integrado. O terceiro capítulo contempla a vertente de farmácia comunitária tendo sido o estágio realizado na Farmácia São João, na Covilhã e teve a duração de 12 semanas (480 horas, de 23 de março a 13 de junho de 2015). Neste relatório estão descritas as atividades por mim desenvolvidas bem como todo o funcionamento, tarefas e responsabilidades afetas ao farmacêutico comunitário.
