Percorrer por autor "Oliveira, Ana Margarida Fernandes"
A mostrar 1 - 1 de 1
Resultados por página
Opções de ordenação
- A Autodeterminação e a Perceção de Competência AlimentarPublication . Oliveira, Ana Margarida Fernandes; Ramos, Ludovina Maria de AlmeidaO presente estudo pretende avaliar a relação entre os níveis de autodeterminação e os níveis de perceção de competência alimentar. Participaram no estudo, de carácter descritivo e exploratório, 119 indivíduos, com mais de 18 anos, inscritos no ano de 2017/2018 em qualquer Instituição do Ensino Superior em Portugal. Os participantes, com idades compreendidas entre os 18 e os 52 anos, responderam a um protocolo que contemplava os seguintes instrumentos: Questionário sociodemográfico, a Escala de Autodeterminação, versão Portuguesa da “Self-Determination Scale” (SDSp) (Sheldon & Deci, 1996; Sheldon, Ryan, & Reis, 1996; Silva, Vieira, Coutinho, Minderico, Matos, & Sardinha, 2010) e a Escala de Perceção de Competência, versão Portuguesa da “Perceived Competence Scale” (PCSp) (Williams, Freedman, & Deci 1998; Mestre & Ribeiro, 2008). Não se identificaram associações estatisticamente significativas entre os níveis de autodeterminação e os níveis de perceção de competência, bem como não se apuraram diferenças, com significado estatístico, entre os níveis de autodeterminação (global), os níveis de autoconsciência, os níveis de escolha percebida em função do sexo. No caso da perceção de competência, por outro lado, os resultados sugerem diferenças, estatisticamente significativas, em função do sexo. Os resultados obtidos não vão, na sua maioria, ao encontro da generalidade daqueles encontrados através da revisão sistemática da literatura. Assim, e apesar da literatura existente apontar para a importância dos indicadores de autodeterminação e a perceção de competência para os comportamentos de saúde, nomeadamente aqueles relacionados com a alimentação, e para a associação entre aquelas variáveis, no presente estudo não foram encontrados resultados, com significado estatístico, para a maior parte destes enunciados, exceção feita a alguns aspetos da autodeterminação e da perceção de competência. Terminamos com uma reflexão sobre as limitações desta investigação exploratória e das possíveis razões explicativas dos resultados encontrados, bem como sugestões de investigação futura.
