Percorrer por autor "Pereira, Vasco Filipe Silva"
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- Avaliação experimental de argamassas com agregados leves impregnados com materiais de mudança de fasePublication . Pereira, Vasco Filipe Silva; Nepomuceno, Miguel Costa Santos; Silva, Pedro Nuno Dinho Pinto daAs reduções energéticas no sector dos edifícios é um cuidado que os projetistas devem ter. Para aumentar estas reduções sugere-se a aplicação de técnicas de arrefecimento passivo. Esta dissertação propõe desenvolver uma argamassa com o material de mudança de fase. O presente trabalho descreve uma avaliação experimental de argamassas com materiais de mudança de fase(PCM) para armazenamento de energia térmica. Em alternativa à utilização de PCM encapsulado, utilizou-se como veículo o agregado leve de argila expandida impregnado com PCM. Preconizaram-se dois procedimentos para a incorporação do PCM no agregado leve. Para se avaliar o efeito da dosagem de PCM, foram produzidos três grupos de misturas com agregados leves (LWA) e duas argamassas de referência com agregados naturais. Cada grupo com LWA incluiu três dosagens distintas desse agregado, a saber, 242, 354 e 481 kg/m3, conducentes à incorporação de PCM de 50, 75 e 100 kg/m3, respetivamente. Um desses grupos incluiu o LWA saturado de água, outro incluiu o LWA saturado de PCM e com a superfície seca com ar comprimido e o último incluiu o LWA saturado de PCM seco em estufa. No total foram produzidas 11 argamassas e avaliadas as suas propriedades mecânicas e termofísicas. Do ponto de vista da produção das argamassas, os resultados obtidos permitiram concluir que o procedimento de secagem com ar comprimido consome menos energia, é mais económico, mais fácil e rápido de executar. Do ponto de vista das propriedades mecânicas, conclui-se que os dois procedimentos de secagem conduzem a resultados satisfatórios e relativamente equivalentes. Do ponto de vista das propriedades termofísicas, verificou-se que o efeito do aumento da capacidade de armazenamento conseguido com a introdução de PCM é em parte atenuado pela perda dessa mesma capacidade em consequência do aumento do agregado leve. Parece não se justificar o aumento da dosagem de agregado leve para além de 354 kg/m3, a que corresponde 75 kg/m3 de PCM, já que a partir desta dosagem o saldo entre as duas variáveis analisadas (dosagem de agregado leve e dosagem de PCM) inicia a sua tendência decrescente em termos de capacidade de armazenamento de energia.
