Browsing by Author "Rodrigues, Marcelo Vicente Gomes"
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- A Importância do Turismo de Natureza para a ArquiteturaPublication . Rodrigues, Marcelo Vicente Gomes; Gomes, Luis Manuel FerreiraPortugal é por excelência, um destino para a prática de Turismo de Natureza, contendo um vasto e riquíssimo património natural. O monte da Senhora do Bom Sucesso, é um local onde a paisagem circundante emerge, tendo várias Serras ao seu redor, como a Serra da Estrela, a Serra de Montemuro e a Serra do Caramulo, bem como a fauna e flora típica da região. Toda a história do local, remete para um determinado período do passado, tornando-o valorizado e capaz de tornar ainda melhor a experiência que se pode ter através do Turismo de Natureza. Sendo um dos locais a uma cota mais elevada da região centro, torna o sítio para muitas pessoas, um local especial de relaxamento. No Monte da Senhora do Bom Sucesso, há centenas de anos atrás, existiam entre 80 a 100 habitações de povos antigos e em particular de uma cultura celta. Posteriormente, devido ao abandonado pelos Homens, que nelas tinham a sua vida e quotidiano, rapidamente entraram em desuso e decadência, as paredes e telhados ruíram, tornando os percursos intransitáveis e o local coberto de vegetação. O ponto inicial deste projeto parte do aproveitamento do existente e implantação de novas infraestruturas para a elaboração de um Parque de Ecoturismo em torno de todo o Monte da Senhora do Bom Sucesso, classificado como Monumento Nacional, apelando à conservação do Património Arqueológico, assumindo não só um cariz utópico mas também de provocação. Com isto, o Turismo de Natureza prevalece no projeto e assume-se no local com a enorme paisagem e elevada diversidade de habitats naturais, com condições que permitam a realização de programas, dando assim uso àquele passado com património e cultura, rejuvenescendo, e reutilizando, reatribuindo-lhe funções e atividades, associando a uma fonte de dinamização social e de rendimento económico, através do turismo rural, potenciando estes espaços. Habitar e viver o espaço é a ‘’chave’’, aproveitando as ruínas existentes e poder “tranportá-las” para a atualidade a partir do centro cultural e interpretativo em harmonia com as novas habitações temporárias, não esquecendo todas as mais-valias para a funcionalidade das mesmas, inerentes às práticas a serem desenvolvidas e a associação de infraestruturas de apoio com caráter de encontro à natureza e à sua paisagem.
